Brasil

Bonito/MS

Esse é o relato das nossas férias de inverno de 2016. “Nossa”, porque viajamos praticamente em excursão. Seguiram comigo nessa road trip meu “trio ternurinha”- minhas filhas Sara, Sofia e Isa- além de minha mãe e uma amiga nossa, a querida Maria Luiza, da turma de minha mãe. Essa mulherada toda viajou 1.200 quilômetros à bordo da minha valente Chevrolet/Spin, de Ijuí/RS até Bonito, no Mato Grosso do Sul. Depois, claro, mais 1.200 quilômetros para retornar para casa. Fizemos a viagem até lá em dois dias, passando por parte da Argentina, pelo Estado do Paraná, até o centro do Estado do Mato Grosso, onde situa-se Bonito. Uma aventura, que no final, rendeu boas histórias, lindas fotos e muitas risadas!

A escolha por Bonito recaiu após ouvir relato e ver fotografias e vídeos da querida prima Luciana, que lá esteve em abril deste ano. Também depois de pesquisar em sites e blogs, achei que seria uma boa opção para as crianças. E eu também queria conhecer essa região do Brasil. Também cogitei ir até o Pantanal, mas depois abandonei a ideia, pois o tempo iria ficar muito apertado e seria muito cansativo para as crianças e a “Terceira Idade”. Afinal, éramos um grupo bem heterogêneo: dos 7 aos 70 anos! Deu trabalho conciliar passeios que agradassem a todas e fossem adequados às diferentes faixas etárias. Mas, no final, foi opinião unânime que o passeio para Bonito foi muito legal!

Segue então o relato, por dia, de nossas aventuras nessa viagem.

1º Dia:

Saímos por volta das 7 hs da manhã de Ijuí rumo ao noroeste do Estado, para a pequena cidade de Porto Mauá, para fazer a travessia da balsa sobre o Rio Uruguai, ingressando na Argentina pela cidade de Alba Posse. Seguimos pelas rutas argentinas por cerca de 280 quilômetros até Foz do Iguaçu/PR, onde almoçamos por volta das 13 hs. Esse trajeto já é bem conhecido por mim, das muitas vezes que me dirigi à Foz para as comprinhas no Paraguai, ainda quando o câmbio do dólar motivava.

Depois do almoço seguimos em direção ao Mato Grosso do Sul, pernoitando em Guaíra/PR, já na divisa entre os Estados.

2º Dia:

Novamente acordamos cedo e seguimos, já no Mato Grosso do Sul, por estradas em boas condições, com muitos controladores de velocidade. GPS nos guiando, conferindo com informações dos “locais”, e por volta das 16 hs chegamos em Bonito!!

Pausa para fotos na praça central da cidade e depois fomos até a agência de turismo H²O para retirar os vouchers de nossos passeios. Sobre a agência, gostei muito do atendimento prestado.

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Minha turma chegando em Bonito/MS

Como se sabe, os valores dos passeios em Bonito são tabelados, então não adianta pesquisar e pechinchar entre as várias agências instaladas na cidade e que também tem sites na net. O que diferencia mesmo é a qualidade no atendimento. E isso encontramos com a equipe da H²O . Super recomendo! Para conferir o trabalho da agência e valores dos passeios clique aqui https://www.h2oecoturismo.com.br/

Vouchers na mochila, passamos no super para comprinhas, para organizar nossas comidinhas e partimos para nos instalar no HI Hostel. Visite o site http://www.bonitohostel.com.br/

Sobre o HI Hostel: é um hostel com preço, cara e jeito de hostel mesmo. Nós gostamos. É claro que não tem mordomias nem confortos de hotel, mas ficamos bem instaladas lá. Achei muito bacana porque foi a primeira experiência das crianças em hostel e das “senhoras” do grupo também, e todas aprovaram.

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Nos instalamos num quarto privado com banheiro e tudo fluiu muitíssimo bem no HI Hostel. A exceção foi a nossa maior descoberta em Bonito: faz friiiooo, muito friiooo no inverno sul mato-grossense.

Gente, que coisa isso… Tantas pesquisas feitas sobre Bonito e eu não sabia que fazia tanto frio nessa época do ano lá. De manhã o termômetro ficava entre 7 e 10 graus. À tarde chegava até os 20 graus. Resultado: não pudemos usar a piscina do hostel, passamos frio na área social, que é toda aberta. Passava um ventão que não permitia que se permanecesse muito tempo por lá, interagindo com os outros viajantes. A gente se escondia da friagem dentro da cozinha ou no quarto.

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Mas mesmo assim, valeu muito a pena ficar no hostel. Nosso quarto era quentinho, a água do chuveiro era ok, usamos a lavanderia, bem estruturada. Por que, claro, a esperta aqui levou só uma camiseta de manga comprida, uma leggy para cada uma das crianças e um casaquinho de moletom. Então era um tal de usar, lavar, esperar secar e vestir novamente. Mas no final, deu tudo certo, apesar de até os pijamas terem sido usados como roupas para passear. Risos. Histórias de viagens!

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Minha mãe, a cozinheira do grupo, fez uma sopinha delícia no jantar e depois desmaiamos na cama, exaustas, já prevendo as aventuras do dia seguinte.

3º Dia:

Foi muito bom estar motorizada em Bonito. É uma facilidade você organizar seu horário de saída e retorno dos passeios, de forma independente, sem ter que esperar outras pessoas, ou ficar na dependência de esquemas das agências. E dentro do carro colocávamos todas as nossas tralhas, lanches e tal, e seguíamos faceiras pelas estradas bem sinalizadas do interior de Bonito.

Assim, chegamos para nosso primeiro passeio em Bonito: Flutuação no Aquário Natural. Gente, um frio em torno de 7, 8 graus, e nós colocando roupa de neoprene molhada e gelada, nos preparando para entrar no Rio Baía Bonita. Muita coragem e disposição!

Primeiro há o treinamento em uma piscina para adaptação ao equipamento (água geladíssima!). Em seguida inicia-se a trilha até o rio, onde se podem avistar animais e aves de várias espécies e árvores nativas. Chegando na nascente do rio, ficamos chocadas com a transparência da água, repleta de cardumes de diferentes espécies e cores.

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Tremendo de frio, encaramos a água, que estava surpreendentemente agradável, em torno de 25 graus.

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O visual incrível da vida subaquática fez com que o grupo esquecesse o frio. Ficamos um tempo ali e depois iniciou a descida pelo rio.

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A “Terceira Idade”, minha mãe e Maria Luiza, ficaram um pouquinho na água e depois seguiram rio abaixo à bordo do barco de apoio, junto com minha pequena Isa, que cansou da brincadeira. Eu e minhas filhas gêmeas fomos curtindo, flutuando pelo rio, vendo os peixes, as plantas subaquáticas, os galhos e troncos submersos, até o fim do trajeto. Show de bola!

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Como um peixinho no aquário

É claro que compramos o DVD com todas as fotos do passeio feitas pelo fotógrafo do receptivo. Ficaram lindas!

Retornamos para Bonito, onde almoçamos, já por volta das 14 hs. Depois circulamos pelo centrinho, entrando e saindo das lojinhas, pausa para sorvete e retornamos ao hostel. Esse foi nosso passeio no primeiro dia em Bonito.

4º Dia:

Acordei cedo para fazer o passeio na Gruta do Lago Azul. Esse foi um dos quatro passeios que eu fiz sozinha em Bonito, sem minha turma. Foi uma boa solução porque eu queria fazer alguns tours mais radicais ou que, pelo menos, não se adaptava ao estilo de todo o grupo.

Com relação à Gruta do Lago Azul e a Gruta de São Miguel, que fiz na sequência, na avaliação que fiz depois, conclui que as crianças e as senhoras poderiam ter feito o passeio e teriam curtido. É bem verdade que os 586 degraus para acessar e retornar da Gruta iriam judiar um pouquinho dos joelhos da mãe e da Maria Luiza. Mas com o espírito desbravador delas, eu acho que encarariam “de boa”.

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Acesso para o Lago Azul. Muitos degraus.

Mas enfim, fiz esses passeios sozinha. Primeiro a Gruta do Lago Azul, e depois a Gruta de São Miguel, que são bem próximos.

Achei muito bonito o Lago Azul, lago que, como diz o nome, é de um azul absurdo, lindo demais. Parece que a imagem foi tratada, editada, mas é assim mesmo. Muito lindo!

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O Lago é assim mesmo, com esse tom de azul, sem filtro

Como eu tinha tempo até o horário do almoço onde reencontraria a turma no hostel, emendei o primeiro passeio com a Gruta de São Miguel, que fica bem pertinho do Lago Azul.

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Araras vem fazer sua refeição no receptivo da Gruta de São Miguel

Essa Gruta fica localizada no Parque Ecológico Vale Anhumas, que se acessa por uma trilha suspensa de 180 metros, na altura da copa das árvores até chegar à entrada da cavidade onde fica a Gruta. Na Gruta se vê diversas formações calcárias.

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Achei esse passeio ok, mas nada demais. Acho que já vi muita gruta, caverna na minha vida, e esta não me impressionou. Gruta com estalactites e estalagmites no meio da floresta nativa. Foi conferida.

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Depois do almoço seguimos todas para o Balneário Porto da Ilha, onde descemos de bote o Rio Formoso.

O Balneário é bonito, com lindas paisagens, água límpida, transparente, com os peixes à vista. Ficávamos especulando a delícia que seria o lugar num dia de sol, de calor. Mas com o frio que fazia, só circulamos, fizemos fotos e aguardamos nossa vez de passear de bote pelo rio.

O passeio de bote foi bem legal, muito divertido. Primeiro um ônibus do receptivo leva todos para um ponto onde ingressamos nos botes e inicia a descida pelo Rio Formoso, por cerca de 6 km. Seguimos em três botes com cerca de 10 pessoas em cada um deles, passeando pelo rio, em águas calmas, remando, e por 3 pequenas cachoeiras, que agitava a galera na hora de descer as quedas d’água.

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Fora o frio que fazia com a roupa molhada, o passeio foi muito divertido.

Retornamos para o receptivo do Balneário, adquirimos mais um DVD com as fotos do passeio e depois retornamos ao hostel.

Eu ainda me dirigi até a sede do receptivo do Abismo Anhumas na cidade, onde recebi instruções e fiz o teste do rapel (passei no teste!), previsto para o dia seguinte. Esse teste é obrigatório para poder fazer o rapel no Abismo.

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5º dia:

Acordei cedo novamente e dirigi até o receptivo do abismo Anhumas, no interior de Bonito. Estava um pouco nervosa e evitava pensar que a descida do rapel seria na altura  de 72 metros, equivalente a 30 andares de um prédio, por uma fissura no chão. Aff… Isso eles chamam de “rapel negativo”, porque é abaixo da superfície, numa caverna.

O grupo que trabalha no local é bem extrovertido e “tocaram o terror” enquanto eu aguardava meu horário de descida.

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Eles te indicam um mirante onde se pode ver parcialmente a caverna por onde você vai descer logo mais. É pra ver se você realmente tem coragem. É o momento de “ou desiste ou encara”. Eu, é claro, encarei!

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Com frio na barriga deixei que o pessoal instalasse todo o equipamento no meu corpo, cordas, ganchos e tal. Quando eu sentei na “cadeirinha” e senti abaixo de mim o abismo pensei “abstrai e vai!” e comecei a descer, conforme haviam me instruído. Evitei olhar para baixo, para a escuridão do abismo. Desci conversando com o Alejandro, um cara da Guatemala, que conheci lá e que foi meu parceiro de descida. Se desce e sobe sempre em duplas, e ele foi a minha, na ocasião. Para dissipar a tensão ficamos conversando, brincando, e quando vi, já estava lá embaixo. Foi rapidinho, coisa de 5 minutos.

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Quando meus olhos acostumaram com a pouca iluminação lá embaixo foi assim… Uauu!

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Sensacional! O abismo é como um funil invertido. A descida começa estreita, mas depois vai abrindo, sendo que no nível do lago, onde você fica, sob um deck flutuante, há um grande salão, do tamanho de um campo de futebol, um grande espaço de caverna, com teto bem alto. A iluminação é feita com as lanternas e com a pouca luz natural que entra pela fissura na rocha, lá no alto, por onde se ingressa com o rapel (na verdade, a única forma de ingressar e sair da caverna).

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E a água do lago, de um azul translúcido, muito bonito. Muitas formações no teto da caverna e nas paredes laterais, que visualizamos num passeio de bote por sob o lago, com a luz das lanternas.

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Depois o grupo colocou a roupa de neoprene, as máscaras e snorkels e seguimos juntos com o monitor para uma flutuação circular no lago, guiados pelo flash da lanterna dentro da água, podemos observar as curiosas formações em formato de cones, de até 16 metros de altura, que se erguem do fundo da lagoa, como se fossem espigões, altos “prédios” submersos. Uma visão linda e perturbadora. O lago tem uma profundidade de 88 metros, com excelente visibilidade. Vimos o passeio de dois mergulhadores que exploravam o lago.

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Depois dessa flutuação tira-se a roupa molhada, vestimos novamente nossas roupas e nos preparamos para a subida pelo rapel. Aí que o bicho pega!

Uma boa dica é se adiantar no horário da subida, por que como sobe-se em dupla, e cada um tem seu ritmo (eu e Camilo, que formamos a dupla na subida, precisamos de 30 minutos no rapel para sair) essa saída pode demorar horas, dependendo do tempo de espera na fila.

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Eu e Camilo fomos os primeiros a subir, e foi penoso. Muita força nas pernas e braços para vencer a escalada no rapel, mas ok, chegamos lá encima, depois de algumas paradas para tomar fôlego. Novamente, à medida que subíamos, eu evitava olhar para baixo e constatar a altura que eu me encontrava. Foi um alívio chegar à superfície e despir-me das cordas e ganchos. Segui feliz para o hostel.

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Tamanduá nos recebendo no Balneário

Na parte da tarde, com toda a turma reunida, fomos conhecer o Balneário Ilha Bonita. Local aprazível, com muitas cascatas, rio de águas cristalinas, peixinhos à vista. Mas novamente, lamentamos o frio que fazia, que inviabilizou qualquer pretensão ao banho. Mesmo assim, curtimos o local e depois retornamos para mais uma pernada pelo centrinho da cidade.

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6º Dia:

Neste último dia em Bonito, mais um dia acordei cedinho para vencer os cerca de 60 km, entre asfalto e estrada de chão, até a fazenda onde fica a Lagoa Misteriosa.

Acho que nem dormi direito de ansiedade com o momento do mergulho com cilindro na lagoa.

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Chegando lá, me vesti com roupa de neoprene, e junto com o monitor e o grupo, seguimos a pé por uma trilha interpretativa de 600 metros na mata, até o ponto onde fica o mirante de contemplação da lagoa. Na sequência, mais uma descida por uma escada de madeira de 179 degraus e chegamos no nível da lagoa.

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Esta plácida lagoa no meio da mata escondendo mistérios…

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A Lagoa Misteriosa é famosa pela incrível transparência de suas águas e sua profundidade desconhecida. É considerada a quinta caverna mais profunda do país, sendo a mais profunda inundada do Brasil, atingindo mais de 220 metros de coluna d’água. Na lista dos maiores desníveis da Sociedade Brasileira de Espeleologia, a Lagoa Misteriosa figura em sétimo, com a profundidade atualmente conhecida de 220 metros.

Já com essas informações repassadas pelo monitor, recebi toda a instrução para a realização do mergulho, com previsão de 30 minutos. Eu já havia feito meu “batismo” no mergulho com cilindro em Maragogi, em Alagoas, e achei que eu estava preparada.

Mas quando eu coloquei todo o equipamento, a máscara de mergulho, passei a respirar pelo equipamento e botei a cara na água…. Jesus!

A visão da lagoa, num azul transparente, e sem fundo…. quase amarelei.

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Gente, deu muito medo, pânico, terror mesmo! E olha que eu sou de encarar.

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Se não fosse o incentivo da equipe dos profissionais do receptivo, eu não teria feito. Estava para desistir mas eles me incentivaram e apoiaram. Sabedora que a lagoa não tem profundidade conhecida, ficar “cara a cara” para as duas fendas, os “buracões”, onde o azul vai ficando cada vez mais escuro em seu interior, foi aterrorizante.

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Olha o buracão abaixo de nós, os mergulhadores! Medo…

Fiz todo o passeio de mãos dadas com o monitor. Não consegui largar nem um momento, de medo que eu tinha de ser tragada para o fundo da lagoa. Sinceramente, nem sei se eu curti o mergulho. A visão era linda, fantástica mesmo, mas tive muito medo. Não via a hora de terminar. Eu queria muito sair dali e respirar normalmente. Mas, enfim, segurei minha onda e permaneci até o monitor sinalizar o fim do passeio e ufa, emergirmos!

Já livre do equipamento, cilindro de oxigênio e tal, curti a visão grandiosa da lagoa. Agarrada na borda, fazendo apnéia, curti a sensacional paisagem. A beleza da natureza supera nossas expectativas, sempre!

Acho que foi a visão mais magnífica de toda a minha vida! E, contraditoriamente, o momento de maior medo também. De todas as aventuras que passei na vida, com certeza, foi a mais aterrorizante.

Acho que com esse, me despeço da experiência de mergulho com cilindro. Daqui por diante, somente flutuação com snorkel e mergulho em apnéia…

Retornei para o hostel um tanto abalada pelo experiência vivida na Lagoa Misteriosa. Ainda aterrorizada. Difícil descrever as sensações vividas. Só vivendo mesmo.

Mas, retornando ao convívio com a família, saindo para mais um passeio à tarde,  me senti melhor, descontraí. Mas ainda hoje, em vários momentos, especialmente quando eu faço o relato da experiência, sinto medo. É ainda muito nítida na minha memória a visão belíssima e aterrorizante da Lagoa Misteriosa.

Meu grupo seguiu animado para a cavalgada no Parque Ecológico do Rio Formoso. O lugar é lindo. Este último dia foi o de clima mais agradável, havia sol, estava mais quente, gostoso mesmo.

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Na chegada eu e as meninas curtimos o lago, praticando stand up, canoagem. Depois seguimos para nossa cavalgada.

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Esse era o passeio mais aguardado pelas crianças. E realmente foi muito legal. Muitas risadas e brincadeiras durante o passeio, coordenado pelo simpático peão Fernando. Fizemos uma pausa no Rio Formoso, vimos animais e aves e depois retornamos ao receptivo, já na hora do fechamento do lugar.

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Com certeza, um dia maravilhoso que ficará na memória de todos nós.

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Retornamos à tardinha para o hostel para jantar e para organizar as bagagens para a viagem de retorno.

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7º Dia:

Por volta das 6 hs da manhã saímos do hostel com todas os nossos pertences, fazendo o caminho de volta para casa. Viagem tranquila, com pausa para o almoço e sorvete no meio da tarde.

Chegamos em Foz do Iguaçu por volta das 19 hs e nos instalamos no Tetris Container Hostel. Muito legal esse hostel. Encontrei ele xeretando no Booking, durante a parada para o sorvete.

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O hostel foi instalado em containers e tem um visual bem alegre e jovem. Minha galera curtiu muito.

Jantamos e desmaiamos na cama. Todo mundo cansado.

8º Dia:

Seguindo nossa rotina de viagem, mais uma vez pulamos cedinho da cama e colocamos o pé na estrada, ingressando em território argentino, por onde seguimos até Alba Posse. Lá, transpomos o Rio Uruguai e novamente estávamos no Brasil, em Porto Mauá. Chegamos cedo em casa, almoçando por volta das 13 hs, já em Ijuí.

Resumo da viagem: Perdão pela redundância, mas Bonito é bonito demais! Belíssima natureza. Melhor ainda se for no calor. A viagem pelas estradas foi tranquila, sem sobressaltos. A distância foi suportável, porque fizemos a parada com pernoites. Meu grupo foi muito parceiro. Tô muito animada para fazer outros passeios com a família, pelas estradas deste meu lindo Brasil!

Créditos para a edição das fotografias deste post: Elisa Mendes Fotografias

Fan Pagehttps://www.facebook.com/Elisa-Mendes-Fotografia-1400340960231906/

Site de imagens focado em natureza e paisagens = http://elisamendesfotografia.tumblr.com/

 

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