Brasil

Arraial do Cabo e Cabo Frio – Brasil

Fiz essa viagem dentro da proposta de aproveitar os feriados para viajar. No caso, um feriado municipal, o que barateou muito o custo das passagens. Fiz a comparação com os valores das passagens aéreas para sair no Feriado do Dia das Crianças (Nossa Senhora Aparecida) e constatei que as companhias aéreas não brincam em serviço. Conforme vem a demanda, os valores vão subindo vertiginosamente.

Bom pra mim, que viajei em período curto, longe da muvuca dos feriados nacionais, e ainda comprando as passagens de ida e volta com as milhas que eu tinha guardadas. Ou seja, custo zero nesse quesito (à princípio seria assim, mas no final das contas não foi, como conto logo a seguir).

Fui “sola” nessa. O Lu não pode se afastar do trabalho, e as amigas estavam se enrolando. Como não tenho problema nenhum de viajar sozinha e curto minha própria companhia…parti em voo solo.

Quase 500 quilômetros separam minha casa do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. Por isso, qualquer viagem que necessite transporte aéreo já fica de cara mais longa, no mínimo por 5 horas, fora o tempo recomendado para os procedimentos de embarque.

É neste exato ponto que eu tenho a mania de disputar com o tempo e a sorte. Ás vezes me dou bem, às vezes não.

Desta vez, não me dei bem. Óbvio que eu sabia do risco de chegar encima da hora no aeroporto e perder meu voo para o Rio, cedo da manhã. Até porque, passageira de ônibus, fico refém do peso do pé do motora. Não deu outra, cheguei “encima do laço” (gauchês) e nem o check in tinha feito. Resultado: acesso negado pela Gol.

Mas não me abalei. Como tinha comprado as passagens com milhas, já tinha saído no lucro. Agora, com o valor da multa imposta, equivaleu ao valor de um trecho. Era só cuidar para não aprontar no horário de retorno à Porto Alegre e por mim, estava tudo bem.

Um tempo mais de espera no aeroporto e embarquei para o Rio por volta das 9:30 da manhã. Teve ainda uma conexão em Cogonhas, ao contrário do voo original, que era direto, mas enfim, por volta do meio-dia o avião pousou no Aeroporto Santos Dumont, na Cidade Maravilhosa.

Desci com minha mochila nas costas e já procurei a saída para o VLT. Gente, sou apaixonada por esse negócio! Que maravilha de transporte público. O VLT é limpinho, silencioso, ar condicionado bombando, ambiente civilizado…Pena que ainda só circula em áreas restritas do Rio. Mas enfim, por um valor super em conta (já com a aquisição do cartão e mais créditos para as viagens, algo em torno de R$ 12,00) fui direto para a Estação Rodoviária Novo Rio.

Cheguei no guichê da Rodo para verificar o horário da próxima partida de ônibus para Arraial, que seria dali a uma hora, comprei o ticket, e fui almoçar, bem tranquila.

Por volta das 13:30 o ônibus da Auto Viação 1001 deu partida. Carro bom, confortável, tudo certinho. Fui acompanhando o visual do trajeto, intercalado por cochilos, até chegar em Arraial, às 16:30, ou seja, foram 3 hs de viagem.

Desci na pequena rodoviária de Arraial e solicitei indicações sobre a direção da praia e o endereço do hostel. Segui pela rua, e logo visualizei a praia, num bonito fim de tarde, exceto pelo vento absurdo que levantava areia e chicoteava os banhistas resistentes. Passei batido pelo calçadão e segui para o Hostel do Navio, que fica bem próximo da orla.

Show de bola o hostel, link aqui Hostel do Navio. As fotos da internet, do Booking, são fiéis à gracinha que é o lugar. Fui muito bem recebida pelo casal proprietário, a Simone e o Marcelo. Gostei da vibe. Eu havia feito uma reserva num quarto coletivo, com 4 camas, mas acabei ficando sozinha lá. Adorei a inesperada privacidade. Ambiente tranquilo, acolhedor.

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Conversei um pouco com o pessoal, larguei minhas coisas e já botei o pé na rua. Queria assistir o pôr do sol no mirante da Praia Grande. Pedi um mapinha na recepção e apertei o passo. Uma caminhadinha boa e cheguei lá ainda com o sol alto no céu. Aproveitei para fazer umas fotos do mirante, da estátua da atriz Flávia Alessandra, celebridade filha da terra, e fui tomar uma cervejinha enquanto aguardava a hora do espetáculo do astro rei.

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Por volta das 18:30 voltei ao mirante e foi uma delícia curtir a maravilha de sunset, uma pintura. Muitos cliques depois, fiz o caminho de volta para o hostel. Ainda fiz um pit stop numa padaria onde comprei um pãozinho com goiabada, quentinho, saído do forno. Muito bom. Saí comendo o doce rua afora.

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Sunset lindo no Mirante da Praia Grande

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Ah…esqueci de contar que na recepção do hostel eu havia pedido uma indicação de restaurante para jantar. A querida da Simone me indicou, de forma definitiva, o Bacalhau do Tuga, tradicional restaurante da cidade, famoso pelas delícias que serve. Mas me alertou sobre a dificuldade de se  conseguir uma reserva, assim encima da hora, disse que seria um milagre.

Quando retornei da minha caminhada fui informada que realmente não havia mais mesas disponíveis, mas graças ao contato da Simone com o proprietário, garanti um lugarzinho para mim naquela noite. Ufa…maravilha!

Tomei um banho, me organizei e com a barriga colada nas costas, parti para o Bacalhau do Tuga, link aqui Restaurante Bacalhau do Tuga. Ressalto a tranquilidade que senti em caminhar sozinha à noite lá por Arraial. Bem de boa…

Quando cheguei na porta do restaurante já senti o quão prestigiado ele era. Várias pessoas implorando por uma mesa e recebendo negativas, saíam desconsoladas. A bonita aqui largou essa “eu tenho uma reserva”. E meu nome estava na lista!! Me acomodaram numa mesinha sola, e enquanto degustava um vinho do Porto eu mergulhava em dúvidas diante do menu. Mais pela quantidade de comida (eu não daria conta sozinha de um prato tipo família que eu via nas mesas vizinhas) optei pelo “Filé de peixe com molho de manga e farofa de côco”.

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Pedi uma cerveja, e quando o meu pedido aportou na mesa me joguei com paixão. Estava simplesmente di-vi-no! Digno da fama da culinária apregoada, em quantidade suficiente para exterminar minha fome viajante. Saiu dali, horas depois, uma cliente satisfeita (e empanturrada).

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A caminhada de retorno ao hostel ajudou a digerir a comilança. Na chegada ainda rolou um chazinho pra acomodar tudo. Dormi muito bem, com o despertador do relógio cronometrado para me acordar às 5:30, pois eu não queria, de forma alguma, perder o nascer do sol do alto da trilha que dá acesso à Praia do Forno.

Saí cedinho pra rua, na direção onde inicia a trilha para a Praia do Forno. O dia começava a clarear, ruas quase desertas, pouca gente. Logo encontrei a placa que indica o início dos degraus, a longa escadaria, morro acima. Segui esbofeando, degraus e mais degraus, sozinha na aventura. Depois segui na trilha, até alcançar o mirante. O dia estava lindo, céu claro, poucas nuvens, perfeito para assistir ao nascer do sol. E no horário marcado, por volta das 6:30, ele apareceu. Lindo demais. Agradeci a Deus pela oportunidade de estar ali, e poder contemplar mais uma vez essa maravilha da natureza, pelo dom da vida, pela proteção divina que me trouxe em segurança até ali. Muitos cliques depois, quando o sol já avançava no céu, fiz o caminho de retorno, pois eu tinha horário marcado para às 8:30 encontrar o pessoal da agência Arraial Vip, para o passeio de barco, e eu ainda queria experimentar o café da manhã do hostel.

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Sensacional o nascer do Sol na trilha para a Praia do Forno

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Cheguei no hostel quando estavam montando o café da manhã. Como não queria atrasar o horário marcado para o barco, pedi para o pessoal adiantar meu café, no que gentilmente fui atendida. Tudo muito gostoso, preparado com carinho e capricho, logo se via.

Arrumei minha sacola para o passeio de barco e fui para a praia, onde facilmente identifiquei o pessoal da Arraial Vip, link aqui Arraial Vip, e o guia João, um gaúcho desgarrado do pago. Tudo muito tranquilo e organizado, seguimos para o barco. Contratei esse passeio antecipadamente, pelo valor de R$ 70,00, e o mesmo durou cerca de 2 horas. Gostei muito, especialmente por não ter som no barco, então era só o barulho do motor do barco e o vento. Uma paz. Ah…a agência monta pequenos grupos, então não tinha agito e muvuca.

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Cedo da manhã na Praia dos Anjos, de onde partem os passeios de barco

A primeira parada foi na Praia do Farol, localizada na Ilha de mesmo nome. Nossa, lugar lindíssimo! Tivemos uns 40 minutos de parada ali, para curtir o mar, o visual, e fazer fotos. A água é de um tom azul absurdo… e gelada. Em contraste com a areia branquinha, o verde da mata, é apaixonante o lugar. Pena que tem tempo restrito pela Marinha a permanência no local, pois é uma reserva ambiental. Ainda bem, né. Um paraíso que deve ser preservado.

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A paradisíaca Praia do Farol
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Curtindo a paisagem

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Dali seguimos para um passeio de barco, passando pela fenda com a imagem de Nossa Senhora dos Remédios, a Pedra do Macaco, a cratera do Meteorito, a Gruta Azul, e em seguida aportamos nas prainhas do Pontal do Atalaia, com sua imensa escadaria de madeira, que dá acesso à praia para quem vem de carro. Lindas as praias também. Mas ali a quantidade de barcos e de pessoas já incomodou. Fiquei curtindo a praia, estendida sob a canga, na areia. Tomei caipirinha, comi camarão no palito, depois tomei cerveja. Fiquei naquela mornidão praiana, cochilando, tomando “aquele” sol. De vez em quando um banho de mar gelado para espantar a preguiça e o calor. Enfim, um belo dia de praia.

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Mergulho pra conferir a limpidez, a transparência da água. Gelada.

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Ali pelas 15:30 resolvi tomar um táxi boat para retomar para Arraial. Paguei R$ 15,00 pela viagem. Aconteceu que o táxi resolveu primeiro levar uma galera para a Praia do Forno, e então fui junto. Depois de lá, afinal, atracamos na Praia dos Anjos.

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A cor da água é algo…

Quando cheguei no hostel fui tomar um banho. Aí que fui me dar conta da “sapecada” (gauchês) que levei do sol naquele dia, entorpecida que estava com tanta beleza (e com a ação da caipirinha e cerveja também), esqueci de repor o protetor solar. Fiquei lembrando na pele das consequências da aventura por alguns bons dias.

Já eram quase 18:00 quando resolvi procurar um restaurante para comer uma refeição. Decidi pelo Saint Tropez, link aqui Restaurante Saint Tropez, localizado no canto da Praia dos Anjos. Uma moqueca de peixe resolveu meu problema. E mais uma cervejinha.

Depois caminhei pelas lojinhas de artesanato, comprei umas lembrancinhas, e retornei para o hostel. O tempo mudou, e o dia encerrava com neblina e chuvisco.

Perfeito pra mim, decidida a relaxar naquela noite, descansar. Tomei um chá, comi um brownie. E achei um livro para ler, jogada no sofá da área de estar. Conversei um pouco com os proprietários e fiquei por ali até o sono chegar. Dormi como um anjo.

Novamente coloquei o despertador do celular para despertar, com planos de apreciar o nascer do sol na Praia dos Anjos, mas não rolou.

Na manhã seguinte só conferi o tempo pela janela (escotilha) do quarto, confirmando a previsão de neblina e céu com cara amarrada. Retornei para a cama e cochilei mais um pouco.

Por volta das 8:00 desci para o andar térreo, agora com tempo para saborear com calma o excelente café da manhã do hostel. Gente, até canjica recém feita tinha no café. Uma loucura!

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Com o tempo emburrado, fiquei em dúvida sobre o que fazer: se pegava um ônibus e ia conhecer Búzios ou se me dirigia mais cedo para Cabo Frio. Pensei, pensei, e resolvi ir até Búzios. Só que no ponto de ônibus descobri que o próximo horário de transporte para Búzios só seguiria para lá bem mais tarde. Ou seja, iria perder tempo esperando e mais ainda no deslocamento. Então desisti. Melhor deixar Búzios para uma outra oportunidade. Estou adepta da ideia de fazer menos roteiro, mas curtir os lugares com mais calma.

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Vista da Praia dos Anjos, à partir da trilha que dá acesso à Praia do Forno

Então retornei para o Hostel, guardei lá minha mochila e fui curtir a Praia do Forno, pois o solzinho, meio tímido, estava dando as caras. Peguei a trilha, que já conhecia, e dei na praia. Só que, sendo um sábado, pense na muvuca e na farofada. Catei um cantinho mais tranquilo da praia e abstraí. Fiquei por lá  até por volta das 13:00. Depois retornei ao hostel, peguei minha mochila, me despedi do pessoal, e daí sim, peguei o ônibus para Cabo Frio.

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Olha o visual!!

Cerca de uma hora depois, desembarquei na rodoviária de Cabo Frio, e já garanti minha passagem para o Rio, para a tarde seguinte, e assim segui tranquila para o Solar do Arco, no Bairro da Passagem.

No táxi, quando dei o nome do hotel para o taxista, ele brincou “vai ficar no hotel da Bibi?” e eu sem entender nada, perguntei: “Desculpe, mas quem é Bibi?”. Ele, rindo, me contou que cenas da novela das nove, ” A Força do Querer”, haviam recentemente sido gravadas no local. Ah, tá… (faz muitos anos que não olho novelas e TV em geral).

Afinal, o tal “hotel da Bibi” Solar do Arco, é muito bonito, agradável, instalado num casarão colonial localizado em frente ao Canal do Itajuru. Bem bacana mesmo, curti estar lá. Um café da manhã caprichado me aguardava no dia seguinte.

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Como eu não tinha almoçado ainda e tinha a missão dada por minhas filhas, de comprar biquínis, larguei minhas coisas no quarto do hotel (um mimo!) e saí pra rua, até a Rua dos Biquínis, no Bairro Gamboa.

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As construções antigas no Bairro da Passagem

Foi uma boa caminhada até lá. Segui por algumas ruas da cidade, até acessar a orla do canal, área bem cuidada, visual legal, onde conferi o Centro Gastronômico Boulevard Canal, com restaurantes, bares, barcos de passeio ancorados no Terminal, um calçadão bonito. Pedi informações e me indicaram a Rua dos Biquínis, que na verdade é um Centro Comercial, especializado em linha praia. Pra chegar lá atravessei uma ponte, mais uma caminhadinha e dei de cara com o lugar, já no Bairro da Gamboa.

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Uau! Muitas lojas de biquínis e maiôs adultos e infantis, saídas de praia, moda fitness, com ótimos preços. Dei uma girada pelo Centro Comercial, em busca de ofertas e de modelos para meu trio de gatinhas. Achei. Lindos demais! Acabei comprando dois biquínis para cada uma delas, mais um maiozinho, e um biquíni pra mim. Feitas as compras!

Carregando as sacolas, iniciei o trajeto de volta. Na orla, escolhi um restaurante para almoçar e tomar um chopinho. E descansar da pernada. Dei um tempo ali e depois segui passeando até o hotel. Aí já era tardinha.

Como não sou boba nem nada, aproveitei um pouco da piscina do hotel e depois fui descansar no quarto.

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Eu soube que estava acontecendo na cidade um encontro de motocicletas da marca Harley Davidson – vi muitas possantes lindas pelas ruas, a galera com estilo super próprio em grupos nos bares – e que à noite haveria um show de rock num palco armado na pracinha localizada atrás do hotel. Óbvio que me animei pra conferir.

Tomei um banho, me arrumei, e partiu rua. Bem pertinho do hotel. O grupo de rock era  constituído por músicos “mais maduros”, que tocavam só os clássicos do rock. Adorei! Fiquei um bom tempo ali, me embalando na boa música, até que o estômago deu sinais de que eu tinha fome. Comi um crepe por ali mesmo e voltei para a pracinha, pra aproveitar o restante do show.

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Adorei o show. Só os bons clássicos do rock and roll

Quando o sono bateu, retornei para o hotel e dormi feito um anjo na caminha macia e enorme. Ah…que momento…

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Acordei cedo, e constatei que o dia estava de cara feia, cinzento, com chuviscos eventuais. Fui para o buffet do café da manhã e com calma, me empanturrei de gostosuras.

Então resolvi caminhar um pouco até a praia do Forte, para conhecer mais um pouco de Cabo Frio. Passei pela área portuária da cidade e depois dei na praia. Ali tive a vista da Ilha do Japonês, fiz fotos no Mirante do Morro do Arpoador e dei uma voltinha no Forte São Matheus.

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Assim…num dia de sol, durante a semana, com menos gente, com certeza eu acharia a praia mais bonita, mais agradável. Mas ok, deu pra conhecer rapidamente o local,  e logo retornei para o Solar do Arco, para fazer o check out.

Um táxi me levou de volta para a rodoviária de Cabo Frio e tranquilamente peguei o ônibus das 13:30, rumo ao Rio de Janeiro, onde cheguei às 17:00.

Como eu tinha um tempinho até o horário de meu vôo, que era às 20:00 (que eu não poderia perder de jeito nenhum!), quis ir até o centro histórico, comer uns doces e tomar um chazinho na Confeitaria Colombo. Eu já tinha ido lá outras vezes e adoro o clima do lugar. Infelizmente, num domingo, dei de cara na porta. Apenas a filial da Confeitaria, no Forte de Copacabana estava aberta. Mas não era o caso de me deslocar até lá…

Mais uma voltinha de VLT e cheguei cedo no aeroporto Santos Dumont. Mas, de boa, comi umas bobagenzinhas por lá mesmo e fiquei aguardando o horário do meu voo, sem risco algum de perdê-lo, desta vez.

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Cheguei em Porto Alegre, num voo direto, às 22:00. De lá, mais um buzão madrugada adentro, até chegar em casa de manhã cedinho, 6 da manhã.

Ou é essa logística toda, essa canseira, ou não viajo pra fora do Estado. Então, só penso na alegria de chegar ao destino sonhado, relaxo, e vou.

Super valeu essa escapadinha. Voltei renovada pra casa, pronta para encarar mais um período de trabalho. Mas óbvio, com novos planos de viagem no horizonte. Logo ali.

 

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