Américas

Chicas em Buenos Aires – Argentina

E então, rolou o feriado de Corpus Christi na capital argentina, viagem sobre a qual antecipei aqui no blog, durante os preparativos, no post Buenos Aires – Argentina – O Retorno . Sarinha, uma das minhas três gatinhas, seguiu lépida e faceira para o busão da excursão, que nos conduziu com conforto e segurança até Buenos Aires.

Na noite anterior ao feriado nos instalamos nos assentos marcados, no ônibus double deck com cara de novo, que a agência de viagens 14 Bis preparou para o grupo que viajou para a Argentina.

A excursão era formado quase, na integralidade, por casais. A maioria deles pessoas das minhas relações. Então, foram todos ótimos companheiros de viagem, pessoas agradáveis, queridas. Compartilhamos lanches, o chimarrão (gauchada, né), cerveja, vinho, licor, e papo, especialmente durante os trajetos de estrada. Já na estada em Buenos Aires eu foquei no convívio com a minha companheirinha de viagem, mas também tivemos momentos em grupo.

A constatação inicial, chatinha, de que não viajaríamos no andar superior do ônibus, e sim embaixo, onde fica a sala de jogos, mostrou-se uma baita acertada. Viajar ali me pareceu bem mais estável, balançava nadinha. O agito do pessoal, envolvidos num campeonato de canastra, no mesmo ambiente, em nada me incomodou. Quando quis dormir, simplesmente apaguei.

Depois de fazer os trâmites de imigração em São Borja ingressamos na Argentina, e aí foi aquela coisa de passar a noite num assento de ônibus, que por mais confortável que seja, não é uma cama, né. Mas o ônibus era tão bom, a estrada argentina tão plana, sem irregularidades e buracos na pista, que posso afirmar que dormi bem. Acordei mesmo por volta das 6 horas da manhã, quando fizemos o desayuno num parador na estrada.

Depois de 17 horas de viagem (ufa…) enfim chegamos no nosso hotel, na zona central de Buenos Aires, por volta do meio-dia do feriado. O 474 Buenos Aires Hotel, com endereço na Calle San Martin, é bem localizado, próximo de muitos atrativos da capital, e um hotel muito bom. Nossos momentos nele foram de descanso, num ambiente agradável e confortável. O café da manhã servido bem gostoso e variado.

Eu e a Sara largamos nossas coisas no quarto e logo saímos para almoçar. Como a fome era grande nem me dispus a fazer muita pesquisa, e optei por um restaurante simples localizado na esquina do hotel. Pedimos o tal “plato del día” e simplesmente resolvemos nosso problema.

Saciada a fome, caminhamos dois quarteirões, a fim de dar uma circulada no shopping Gallerías Pacífico. Chamou nossa a atenção a imponência da arquitetura do prédio, em estilo Beaux-Arts, e a pintura que decora o teto. Nas vitrines das lojas de marcas mundialmente famosas, roupas e acessórios lindos, mas com preços nada convidativos. Só para passear e apreciar mesmo.

DSCN6890

Constatamos que chovia lá fora, e por isso esticamos nosso tempo no Gallerías, xeretando nas lojas de artigos de decoração e presentes. Depois de um tempo decidimos enfrentar a rua, o chuvisco gelado, nos protegendo, quando possível, nas marquises dos prédios, e assim chegamos no imponente Teatro Colón.

DSCN6960
Teatro Colón, visto de dentro do ônibus, no city tour

Eu já conhecia a parte externa do Teatro, e estava de olho numa oportunidade para fazer a visita guiada no interior do prédio. Assim, pagamos a taxa de ingresso e aguardamos nosso horário.

DSCN6895

O tour pelas instalações do teatro, com o monitoramento de um guia, durou cerca de uma hora, passou pela majestosa escadaria, pelos salões secundários, até que adentramos na sala de espetáculos principal.

O Colón se assemelha a outros belos teatros que visitei, como o Solís, em Montevidéo, mas sem dúvida, é muito lindo. No palco estava montado o cenário da Ópera Aida, a qual eu gostaria muito de assistir, mas infelizmente não havia mais disponibilidade de ingressos para aquele final de semana. Uma pena…adoraria assistir um espetáculo no lindo teatro. Vai ficar para a próxima visita à capital argentina.

DSCN6915

DSCN6907

Depois da visita, ainda sob chuvisco, corremos até o meio da Avenida 9 de Julio, conhecida como a avenida mais larga do mundo (depois descobrimos que não é, mas ok) para fazer fotos no letreiro da cidade, tendo o Obelisco ao fundo. As instalações da Fan Fest estavam lá para lembrar que é ano de Copa do Mundo e que os argentinos são fanáticos por futebol.

DSCN6916

Molhadas e resfriadas, fomos descansar um pouco no hotel, na espera da chuva passar. Quando enfim cessou, reanimadas, eu e Sarinha fomos comprar coisinhas fofas nas lojas de souvenirs da região. De lá saiu lembrancinhas para as manas que ficaram em casa. De uma outra loja de acessórios saiu um presente especial para minha acompanhante: a mochila que ela tanto queria.

Arrematando a tarde das garotas, cafés no Starbucks, acompanhados de bolo e cookies. Sara estava numa alegria incontida por conhecer a famosa rede. Muitas fotinhos para registrar esse momento.

Retornamos ao hotel a tempo de nos arrumarmos para o programa da noite: Jantar no Restaurante Madero Tango, em Puerto Madero, com show de tango. Eu adquiri os vouchers para esse programa ainda na agência de viagens no Brasil.

Conto agora porque, sob minha avaliação, não repetiria nem recomendaria o local. Sabe aquele ditado “o barato que sai caro”? Foi bem assim. Antes tivesse eu pesquisado sobre um restaurante para jantar com show de tango, num ambiente menor, mais intimista, já que os preços do famoso Senhor Tango estão nas alturas.

O Madero Tango é um grande espaço de restaurante com foco no turismo de massa, para  turistas que procuram conjugar jantar com show de tango em Buenos Aires, a preços mais acessíveis (nem tanto, cerca de R$ 250 reais por cabeça, no câmbio de maio/18).

A vista para o Rio de la Plata, com o reflexo das luzes dos prédios na água, é realmente bem bonita, mas o atendimento, a comida e o show de tango no restaurante deixaram a desejar.

DSCN6921

O lugar estava lotado, o que dificultava a circulação entre as mesas, as pessoas estavam apertadas, por excesso de cadeiras colocadas. O reduzido número de garçons não dava conta de tanta demanda, os funcionários corriam, se espremendo entre as cadeiras, tropeçando nos clientes. A comida também não era boa, apenas regular. O vinho incluso no pacote, então… o rótulo indicava ser um malbec, mas se era mesmo, era da pior qualidade. Tivemos que solicitar outro da carta de vinhos, pago à parte, um Luigi Bosca, e aí sim, fomos felizes.

IMG_20180626_172038

Sobre o show, achei longo, entediante até, e muito de “espetáculo da Broadway”, sem sentimento, sem a emoção que se espera de um show de tango argentino. Ou era eu que já estava de má vontade com o programa todo. Foi um alívio quando terminou e retornamos ao hotel.

Me serviu de lição: “guria, esquece o espírito de manada, deixa a preguiça de lado e pesquisa bem antes”.

No dia seguinte, após o café da manhã, fizemos um city tour com o grupo da excursão, acompanhados de um guia local. À princípio não iríamos aderir ao city tour, mas mudei de ideia, porque estava absurdamente frio na rua. Então pensei que ter o panorama da cidade de dentro do ônibus era uma ideia sensata. E foi mesmo.

Nas vezes que descemos nos pontos de visitação era difícil suportar o frio. O céu nublado, o vento cortante, gelado, nos empurrava para dentro do ônibus. E isso que eu não sou de arrepiar. E a Sara foi bem corajosa também, até que começou a reclamar.

DSCN6967
Plaza de Mayo

Assim, fizemos gélidas paradas na Plaza de Mayo, caminhamos no seu entorno, fomos até a frente da Casa Rosada, na Catedral Metropolitana, no Cabildo. Depois seguimos com o city tour até a escultura metálica Floralis Generalis, onde trememos de frio para fazer algumas fotos. Depois, mais uma parada no Caminito, onde um café nos aqueceu. Entre essas paradas, o ônibus circulou pelas principais vias da cidade, pelos reconhecidos pontos turísticos, enquanto o competente guia, em bom “portunhol”, detalhava informações históricas e curiosidades sobre a cultura da cidade e dos portenhos.

DSCN6973
Catedral Metropolitana de Buenos Aires

 

DSCN6976

DSCN6997

Retornamos ao hotel já passava do meio-dia. Para a alegria de Sara, fomos almoçar uma típica iguaria local: um hambúrguer com fritas do Burger King. Brincadeira, né. Viajar com adolescentes tem disso, tem que se atender seus interesses também. Senão a viagem fica chata para eles. Por isso, teve Burger King e  Starbucks no nosso roteiro gastronômico em Buenos Aires.

Na sequência caminhamos até o Café Tortoni, na Avenida de Maio. Tortoni é o mais representativo e tradicional da dita avenida e uma lenda na cidade. Sendo tão famoso assim, normal o fato de rolar uma fila na entrada, a qual encaramos por cerca de meia hora, sob um vento gelado.

Enquanto aguardávamos, ficamos observando a movimentação de uma multidão que participava de um grande protesto contra o governo, que fechou as ruas centrais da capital. Todos caminhavam em direção à Casa Rosada, à Plaza de Mayo, centro político do país.

Fiquei impressionada com o grande número de participantes, e a organização deles, que desfilavam em alas distintas, com cartazes, faixas, muitos uniformizados com identificação de sindicatos, associações, grupos diversos. Tocavam instrumentos musicais, cantavam hinos, músicas, gritavam palavras de ordem, soltavam rojões. Tudo muito bem organizado e pacífico, pelo menos até o momento em que acompanhei a marcha. Parabéns aos argentinos! Temos muito o que aprender com os hermanos nesse quesito.

IMG_20180601_143306

No Café encontrei alguns companheiros de excursão, também curtindo o emblemático endereço, que é lindo. E suas delícias, óbvio. Eu optei pelo café, Sara tomou chá, que acompanhou churros quentinhos, com doce de leite. Huuummm…salivando aqui só de lembrar. Tudo  naquele ambiente super charmoso e aconchegante, com peso histórico.

IMG_20180601_150904

IMG_20180601_150812

Aproveitei para dar uma conferida nas salas contíguas ao salão, e fiquei muito tentada a retornar à noite para conferir o show de tango. Mas não quis exigir demais da filhota, e então decidi deixar para uma próxima estada na cidade.

Depois demos um tempo no hotel, e com a ajuda da recepcionista, fechei o tour de bike para a tarde seguinte, no sábado. Só retornamos à rua naquele dia para jantar uma pizza meia boca numa pizzaria na redondeza do hotel. E cama… delícia…

Tivemos dias tão gelados em Buenos Aires que permanecer no conforto do quarto climatizado do hotel virou um programão. Já fui mais corajosa na hora de enfrentar a rua, indiferente às intempéries.  Será a idade?! Em meu favor há que se considerar que eu estava acompanhada da filhota, e queria poupá-la daquela friagem toda.

Na manhã de sábado, dividimos táxi com alguns amigos do grupo de viagem e nos tocamos para a Recoleta, a fim de passear no cemitério. Por mais estranho que possa parecer, é um passeio imperdível, estando-se em Buenos Aires. Eu já conhecia o lugar, mas topei revisitá-lo, caminhar entre os mausoléus, conferir as obras de arte, praticamente um museu a céu aberto. Que bom que o dia amanheceu com céu azul, ensolarado, e sem o vento frio, estando mais convidativo para passeios ao ar livre.

DSCN7015

IMG_20180626_171847

Depois de circular, de se perder pelos labirintos do cemitério, e enfim encontrar o mausoléu onde estaria enterrado o corpo de Evita Perón, fomos passear na Feira da Recoleta, apreciando toda a sorte de souvenirs, como pequenas obras de arte, bijuterias, acessórios de moda, etc. Ali aumentou minha coleção de imãs, que são minhas tradicionais compras nas viagens.

IMG_20180626_171748
Linda pintura na fachada do Centro Cultural Recoleta

Depois de bater muita perna na Feira fomos descansar e tomar café no reconhecido Café La Biela, que está entre os clássicos e tradicionais cafés portenhos. Os detalhes na decoração contam sobre a estreita relação do lugar com o automobilismo.  O café também foi reduto de intelectuais, tendo sido frequentado por célebres escritores como Jorge Luís Borges e Julio Cortazar. Borges e o escritor Adolfo Bioy Casares foram imortalizados no La Biela, com estátuas, sentados a uma mesa.  Não resisti a uma fotografia “com eles”.

DSCN7033

O Café La Biela foi declarado “Lugar de Interesse Cultural” pela Legislatura da Cidade de Buenos Aires, em 1999. Além disso, faz parte da lista de Bares Notables de Buenos Aires, uma seleta de lista de bares, cafés e confeitarias eleitos pelo Governo da Cidade como representativos da cidade por sua antiguidade, tradição e valor cultural e arquitetônico.

Eu e a Sara retornamos de táxi até o hotel, nos organizamos, almoçamos novamente no restaurante já conhecido, na esquina do hotel. Próximo ao horário marcado, fomos para a BA Biking para nosso tour de bicicleta pela cidade. Eu gosto muito de andar de bicicleta e achei que a Sara também iria curtir passear pela cidade no pedal.

Os meninos da BA Bikes nos receberam muito bem e foram muito profissionais. Link para o site da empresa aqui http://babikes.com.ar/ . Tivemos como opções fazer o passeio para o lado Norte ou para o lado Sul da cidade. Optei pelo Circuito Norte, que passava por praças e parques. Nos sentimos VIP’s, pois as duas chicas foram as únicas clientes naquela fria tarde de sábado, e tivemos o guia Diego só para nós. Um querido, super atencioso e cuidadoso. Parávamos seguidamente para ele explicar sobre aspectos da cidade.

DSCN7046

Assim pedalamos por boa extensão da Avenida 9 de Julio, passamos pela Plaza General San Martin, depois seguimos em direção à Recoleta, à Floralis Generica, até os Bosques de Palermo, conhecemos o Roseiral. A planura do relevo de Buenos Aires contribuiu para o passeio seguir tranquilo. Quando regressamos para a sede da empresa já passava das 18 horas. Um frio de rachar.

IMG_20180626_171459
Florzinha Sara e a Floralis Generica
IMG_20180626_171712
Plaza General San Martin
IMG_20180626_171615
Torre Monumental (dos Ingleses)

Nos despedimos do pessoal da BA Biking, pedimos um táxi e nos tocamos para o hotel, quando já entrava a noite na capital argentina.

Na verdade, demos uma passada rápida no hotel. A fome era grande, depois de pedalar a tarde inteira. Foi só o tempo de pedir uma  dica de restaurante à concierge do hotel. Assim nos demos muito bem tendo à mesa fartos pratos de gostosa comida italiana. Malbec para a mamis aqui, gasosa para Sarinha. Risos. Uma pena eu não lembrar do nome do tal restaurante: uma decoração bacana, boa comida, preço justo, um clima gostoso, agradável. Na Calle San Martin, localizado numa esquina a dois quarteirões do hotel.

Bem alimentadas, eu aquecida pelo vinho, com as pernas cansadas das horas pedalando pela cidade, dormimos largadas no aconchego de nossas camas quentinhas.

Alguns casais, amigos que integravam a excursão, repetiram o programa de apostar no Cassino Flutuante. Trata-se de um cassino instalado dentro de dois navios, atracados em Puerto Madero, às margens do Rio de la Prata.  Na capital argentina, algumas modalidades de jogos são proibidas. Os argentinos, também fazendo uso do nosso conhecido “jeitinho”, montaram o Casino Buenos Aires em navios – na água- ou seja, teoricamente, ele está fora do solo portenho, tornando-o assim perfeitamente legal perante a lei.

Motivada pela proibição de ingresso de menores (super razoável e sensato) no cassino, e estando eu acompanhada de minha mocinha, e também porque eu não sou nada chegada a jogos, dispensei essa programação na ocasião. Mas as amigas que foram até o Casino contaram que se divertiram muito lá, apostando algum dinheiro nas máquinas. Fica então para a próxima estada em Buenos Aires.

Outra programação que deixei escapar, esta por absoluta falta de pesquisa prévia (aff…), foi uma visita à Livraria Ateneo Grand Splendid, que foi escolhida pelo jornal britânico The Guardian como a segunda livraria mais linda do mundo. A livraria foi instalada no prédio onde funcionou o Teatro Grand Splendid, construído em 1919, e após restauração, conta com cerca de 120 mil títulos em seu estoque, lugares para leitura, espaço para livros infantis, um bar e um café.

Eu que adoro livros, livrarias e prédios históricos, só soube dela no sábado à noite, quando li um guia sobre a cidade, já estando no quarto do hotel, e com a partida de Buenos Aires programada para a manhã seguinte. Vi fotos na internet e fiquei encantada com a Ateneo Grand Splendid. Fiquei chateada… imperdoável essa minha falta.

No domingo de manhã, após o café, nos instalamos novamente no busão para iniciarmos a viagem de volta ao Brasil. Após algumas paradas para almoço e lanches na estrada, chegamos em casa por volta da 1 hora da madrugada. A Sara fez amizade com uma menininha que viajava com o grupo, na companhia dos pais, passaram a brincar, e creio que nem viu o tempo passar, distraída com a nova amiga.

As horas de sono da filhota foram suficientes para que ela encarasse normalmente a escola de manhã. Penso que estava ansiosa para compartilhar as novidades da viagem com os colegas e as amigas. Eu acompanhei o mesmo ritmo dela, empenhada na organização dos detalhes finais de outra viagem: os Lençóis Maranhenses me aguardavam. Parti para São Luis, no Maranhão, no dia seguinte.

Foi um tal de desfazer a mala com as lãs, casacos pesados de frio, cachecol, botas. E conferir a mochila, ver biquíni, shorts, blusinhas de verão, chinelos, protetor solar, barraca… Viagem delineada no post Lençóis Maranhenses e muito mais Maranhão – Brasil . Sobre essa trip “very, very roots”  e muito bacana conto logo mais.

Ainda sobre à viagem à Buenos Aires… esta foi minha terceira vez na capital argentina, e como contei aqui, repeti alguns lugares, outros foram novidade para mim, e como comentei antes, ficaram pendências, motivações para um retorno futuro. E isso é bom, né.

A retomada do projeto pessoal iniciado anos atrás, “Brincando de filha única”, em que cada uma das minhas três gatinhas viaja só com a mamis, consagrou-se um sucesso, sob minha avaliação e na das meninas, pois pediram para repeti-lo. Um tempo só para as duas, mãe e filha, num lugar bacana, cheio de novidades, com certeza, estreita nossos vínculos, fortalece a relação. É um exercício de descoberta, tanto do destino visitado, quanto de nós mesmas. Há que ter olhos e ouvidos bem abertos. Ah… a mente e o coração também. Concorda, Sarinha?

IMG_20180602_151028

 

 

 

 

 

 

Anúncios

4 comentários em “Chicas em Buenos Aires – Argentina

  1. Olá querida Jocelaine!
    Sim, maravilhoso seu passeio, adorei seu relato.
    Buenos Aires também foi um sonho que realizei em memória de meu pai Wladislau Milcharek e para mim foi incrível e inesquecível.
    Quanto ao espetáculo de Tango, deveriam ter ido no SENHOR TANGO, espetáculo emocionante cheio de emoção… Fui e só tenho belas recordações de toda sensibilidade que os artistas conseguiram nos transmitir.
    Nos labirintos do Cemitério Ricoleta eu me perdi da turma e foi algo sobrenatural o que senti, um “baita” pavor tomou conta de mim. As fotos dos túmulos deletei todas porque algo me dizia q o que está lá é somente lá que deve ficar. Logico que era o túmulo de Evita Peron que queríamos conhecer e conhecemos.
    Tomamos o famoso café na Avenida Florida e foram quatro dias inesquecíveis.
    Adorei o seu relato e virei fã do seu Blog.
    Quando eu crescer quero ser igual a você hehehehe.
    Um beijão para essas quatro amadas meninas.

    Curtir

    1. Maura, estive no Senhor Tango durante estada anterior em Buenos Aires e realmente é encantador. Tem experiências que realmente valem a pena cada centavo gasto, não é. A capital portenha é um destino para se voltar muitas vezes. Sempre tem novidades para se ver, como contei no post. E ainda ficou alguns lugares a serem visitados. Talvez inconscientemente criei um motivo para retornar. Grata pela companhia por aqui. Beijo, querida.

      Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s