Brasil

Curitiba e Ilha do Mel/PR

Esta viagem foi mais uma dentro do projeto “Brincando de filha única”. A exemplo de outras viagens que fiz com cada uma das minhas três filhas, individualmente, chegou a vez da Sofia viajar com a mamis aqui. Nós duas já tínhamos viajado nesse modelo, para São Paulo, como narrei no post São Paulo/SP – Tour na Capital Paulista .

Neste ano eu e Sofia fomos para Curitiba, incluindo no nosso roteiro o passeio de trem até Morretes, e depois ainda esticamos até a Ilha do Mel. Aproveitei o feriado estadual do Dia do Gaúcho, que este ano caiu numa quinta-feira, e esticamos no Paraná até no domingo.

Fomos de busão para Curitiba, ou seja, encaramos quase 12 horas de estrada, noite adentro, até à capital paranaense. Chegamos por volta das 7 horas da manhã na Rodoferroviária e logo pegamos um táxi para o hotel. Eu escolhi ficar no Trevi Hotel, na área central da cidade, pertinho do Centro Histórico e da Rua Florida, e achei que teve um ótimo custo benefício.

Apesar de chegarmos horas antes do check in, fomos autorizadas pela recepção para ocuparmos nosso apartamento, sem qualquer custo adicional. Achei bem legal.

Organizamos nossas coisas no quarto, tomamos o café da manhã ali mesmo no hotel e depois caminhamos em direção ao Centro Histórico. O dia amanheceu nublado, alternando réstias de sol e nuvens pesadas, mas seguimos.

Primeiro conferimos o Largo da Ordem. Caminhamos por ali, observando o bonito prédio da Sociedade Italiana Giuseppe Garibaldi, a Igreja da Ordem, a Casa Romário Martins, a Fonte da Memória e a Casa Vermelha. Do Centro Histórico seguimos caminhando até a Catedral Basílica Menor de Curitiba – Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, onde entramos para conferir seu interior e fazer uma oração. Seguimos até a Rua Florida, de olho nas vitrines das lojas e dobramos a esquina para acessar o Paço da Liberdade, um lindo prédio em estilo Art Noveau, que foi sede da antiga Prefeitura de Curitiba.

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Seguindo nosso percurso “walking tour”, caminhamos em direção ao prédio da Universidade Federal do Paraná. Nossa, a arquitetura do prédio é linda, e todo pintado de branco! A foto da fachada ficou “prejudicada” pela estrutura que estava montada na Praça Santos Andrade, bem em frente ao prédio. Mas por um bom motivo: acontecia a Feira do Livro da Editora UFPR.  Claro que fomos conferir, e circulamos entre as bancas e nos espaços da Feira.

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Por fim, conferimos, do lado oposto da Praça, o Centro Cultural Teatro Guaíra. Tentamos fazer uma visita guiada no interior do teatro (adoro!), mas não rolou. Neste aspecto achei a coisa desorganizada, pois na recepção não localizavam o funcionário responsável pela visitação e depois de aguardarmos por um tempo até que o sujeito resolvesse aparecer, desistimos e seguimos nosso tour.

De qualquer forma, valeu a ida até o teatro, pois no estacionamento encontrei um adorável veículo, tipo um motorhome, decorado com uma linda pintura alusiva ao poeta curitibano Paulo Leminski. Inspirador para mim.

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Pegamos um táxi na rua em frente ao Teatro e tocamos para o Museu Oscar Niemeyer. Eu já conhecia o prédio do Museu, quando passei com a turminha por Curitiba, aventura narrada no post Sete na Frida! Com pit stop em Curitiba/PR – Brasil . Fizemos uma rápida parada na frente do prédio, mas eu tinha curiosidade em conhecer seu acervo, sua estrutura.

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Achei tudo bem interessante. Mas o que achei mais bacana foi ter encontrado à disposição do público brinquedos simples e lúdicos, e um espaço para descanso, com pufes, joguinhos e  livros. Eu e a Sofia nos divertimos com eles.

Depois de toda a pernada que demos no Centro Histórico, e mais no interior do Museu, eu ainda arrastei a Sofia rua afora, já debaixo de chuvisco, até o Café do Viajante link aqui http://www.cafedoviajante.com.br/. No Google Maps parecia pertinho, mas não era assim tãããoo pertinho. Enfim… achamos o lugar. E adorei. Só que no cardápio não havia opções para a minha adolescente almoçar. Então, seguindo dica do funcionário do Café, fomos almoçar num buffet ali pertinho. Pra chegar lá, corremos pelo chuvisqueiro persistente. Terminamos molhadas, mas resolvemos a questão da fome.

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Decidida que sou, após o almoço retornamos ao Café do Viajante para curtir a vibe do lugar, tomar um café gourmet. Acabou que lá descobri que o Café é de propriedade de um cara que eu venho seguindo a muito tempo na net, cujos textos adoro, o Robson Fronzói, do blog Um Viajante, link aqui umviajante.com.br . Uma pena que não o conheci pessoalmente. Pra variar, estava viajando. Bem faz ele, né. O relato do Robson foi a base de toda a minha viagem ao Deserto do Atacama, no Chile (pra não dizer que copiei todo o roteiro do cara, risos) narrado no post Chile.

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Bom, demos um tempo por lá, curtindo o lugar, tomei um café do tipo “bonito e gostoso”, esperando o chuvisqueiro passar. E não passava.  Resumo que decidimos sair pra rua no chuvisco mesmo, até porque já estávamos molhadas. Caminhamos uns quatro quarteirões até o Shopping Mueller.

Era tudo o que Sofia queria. Muita vitrine e algumas poucas comprinhas.Quando a canseira nos ganhou, seguimos de táxi de volta ao hotel. Lá tomamos banho, descansamos, navegamos um pouco na net. Por volta das 20 horas fomos atrás de nosso jantar. Eu queria conhecer a Rua 24 Horas, que não é mais 24 Horas, pois não funciona de forma ininterrupta a muitos anos. Lá funciona alguns bares e restaurantes.

Bom… eu não achei a região muito segura a noite, encontrei ruas com pouca iluminação, com muitos moradores de rua, mas com um público estudantil circulando. Mesmo assim, insisti e achamos o lugar.Achei meio caidinho, nada demais… Pedimos um lanche, um chopp para a mamis, e não nos demoramos por lá. Eu não queria circular num horário tardio.

Aproveitei a oportunidade para conhecer um patrimônio cultural de Curitiba, a “carne de onça”. Em resumo, “a carne de onça nada mais é do que “carne bovina magra (sem nervo ou gordura), sem tempero, sobre fatias de broa preta, pimenta do reino, sal, azeite de oliva extra virgem, cebola branca (cortada bem fininha), cebolinha (também cortada fininha), mais sal, azeite de oliva e pimenta do reino”, conforme descreve Sergio Medeiros, editor do Curitiba Honesta, que organizou duas edições do Festival de Carne de Onça de Curitiba.”

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Bem… não é uma experiência que eu repetiria, mas ok, valeu. Confesso que a metade da dita “carne de onça” eu pedi para o garçom grelhar. O querido ficou com pena de mim, riu, e depois de algum tempo retornou com a carne grelhada tipo hambúrguer. Me perdoem, curitibanos.

Já no hotel, coloquei o celular para despertar e dormimos o sono dos cansados viajantes.

Acordamos a tempo de fechar as malas, tomar café, fazer o check out no hotel e rumar para a Rodoferroviária, para tomarmos o trem para Morretes. Apesar da preocupação com a chuva que caiu no dia anterior, o dia amanheceu bonito, com céu azul e sol.

Na Rodoferroviária maior muvuca, galera aguardando a partida do trem turístico. Mas tudo fluiu bem. Troquei meu voucher pelos tíquetes e aguardamos. Quando o trem chegou, seguimos com tranquilidade para o vagão e assentos indicados. Fiquei feliz quando soube que fomos contempladas com os assentos do lado esquerdo do trem. Eu tinha lido em blogs que é a melhor posição para visualizar as atrações do trajeto.

Inicialmente as paisagens são urbanas, desinteressantes, mas a medida que o trem avança pela Mata Atlântica, a natureza vai se mostrando, os tons de verde da mata, o colorido das flores, em contraste com o céu, as construções históricas ao longo da rodovia. Bem legal!

Eu e Sofia adoramos o passeio. Eu curto demais essas viagens de trem. O ritmo lento da locomotiva, proporcionando um olhar mais atento à paisagem… Um forma de viajar no estilo slow travel.

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A viagem durou cerca de 3 horas e meia. E realmente, reitero a dica que eu li por aí: o melhor lado para sentar no trem é o esquerdo. Muitas vezes os passageiros sentados no lado direito levantavam, espichavam o pescoço, procuravam ver as paisagens mais destacadas pela guia, que sempre estavam no lado esquerdo do trem.20180921_105423

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Enfim, chegamos em Morretes, já passado do meio-dia. Maior calorão, sol forte. Arrastamos as malas pela rua da cidadezinha, atrás de um buffet que se adequasse ao gosto da minha acompanhante adolescente, mas enfim, achamos. Sofia foi do óbvio bife e fritas. Eu experimentei o barreado, prato típico de Morretes. Gostei da proposta de misturar a carne cozida desfiada com a farinha de mandioca que se coloca no fundo do prato, e comer com bananas fatiadas.

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Enquanto almoçávamos compartilhei com Sofia uma ideia que me veio na cabeça: e se fossemos para a Ilha do Mel naquele dia mesmo?

Inicialmente a proposta era dormir em Paranaguá e pegar o primeiro barco da manhã seguinte para a Ilha. Mas o forte calor me chamava para a praia. Eu estava ansiosa para conhecer a ilha, caminhar na areia, molhar os pés na água, sentir a brisa do mar.

Sofia topou na hora. E então, depois de pagar rapidamente a conta no restaurante, arrastamos nossas malas até a pequena Estação Rodoviária de Morretes. Ainda bem que o ônibus logo estacionou e partimos. Bom, à partir daí foi um teste de paciência.

A bordo de um ônibus intermunicipal lotado, tipo “pinga pinga”, levamos 1 hora e meia até a Rodoviária de Paranaguá. Titubeei, mas decidi seguir em outro ônibus, até Pontal do Sul, para pegar um barco que faz uma travessia mais curta e rápida para a Ilha do Mel, cerca de 20 minutos.

Seria a melhor opção, se não tivéssemos que esperar tanto pelo ônibus para Pontal, e na saída da cidade, não encarássemos um congestionamento. Resumo, a viagem por 45 quilômetros demorou mais de 2 horas.

Chegamos no Terminal de Embarque Marítimo de Pontal do Sul a tempo de pegar o último barco. Que sufoco, gente! Para amenizar a tensão, curtimos um lindo pôr do sol no trapiche.

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Chegamos na Ilha já estava escuro. De cara compreendi a importância da dica de incluir uma lanterna na bagagem. Levei uma lanterna de cabeça, e já usei na chegada. Com a ajuda de um morador localizamos a nossa pousada, bem pertinho do trapiche onde chegam os barcos.

Detalhe: minha reserva para a Pousada da Ilha foi feita somente para o dia seguinte a nossa efetiva chegada (como mencionei antes, a  ideia inicial era pernoitar em Paranaguá). Felizmente havia um quarto disponível e deu tudo certo.

Eu gostei muito da pousada. Simples, de estilo rústico, mas bem gracinha. O café da manhã, com pão de queijo assado na hora, servido quentinho, suco natural, bolo, tudo delicioso. A Praia do Farol está a poucos passos da pousada. Uma paz deitar nas cadeiras dispostas em frentes aos quartos, escutando o barulho do mar, sentindo a brisa. E ainda tivemos a sorte de ver a lua cheia no céu.

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Sobre a Ilha do Mel: quando decidi ir conhecer a Ilha, fiquei na dúvida entre qual das  vilas me hospedar, se em Nova Brasília ou Encantadas. Acabei ficando em Nova Brasília, que tem uma estrutura maior de restaurantes e pousadas e alguns atrativos bacanas da Ilha. Mas também fui conhecer Encantadas, num rápido passeio de barco.

A Ilha do Mel é linda! Muita natureza preservada,praias para todos os gostos. Como fomos num período de baixa temporada, a ilha estava tranquila, sem a muvuca do verão ou de feriados nacionais. Eu simplesmente amei a pegada roots, meio bicho grilo, as trilhas de areia, a ausência de iluminação pública (somente as luzes dos restaurantes e pousadas iluminam a noite), de carros, de estradas.

Eu, uma apaixonada pela visão do nascer e pôr do sol, claro, não perderia de ver esses espetáculos na Ilha do Mel. Acordei bem cedinho e segui as indicações das placas que levam até o Farol das Conchas. No final da trilha encarei a escadaria que levam ao alto, ao Farol. Eu estava só no local naquele amanhecer. Pena que algumas nuvens atrapalharam a visão do nascer do sol, mas de qualquer forma foi lindo. Lindo também foi o tombo que eu levei quando desci de uma grande pedra, onde eu me encarapitei. Quando decidi descer, dei um pulo, calculei mal a altura, e depois de colocar os pés no chão, caí sentada. Trouxe uma recordação extra da Ilha do Mel: um grande hematoma na nádega. Ficou doendo alguns dias, mas nada de mais. O visual lá de cima compensou.

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Muitos degraus para chegar ao Farol das Conchas. Mas o visual compensa.

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Do alto do Farol se tem uma visão de toda a Ilha, das praias. Muito lindo! Depois da contemplação, resolvi retornar para a pousada, para o café da manhã. Sofia seguia em seu sono da beleza. Depois de um café caprichado fui atrás de uma bike para alugar. Encontrei bem pertinho da pousada, a R$ 15,00 a hora. Já saí com a magrela, inicialmente empurrando pela areia fofa.

Peguei a direção da Praia da Fortaleza e aí sim, segui pedalando pela areia dura e batida da praia. Sensação maravilhosa do vento, a contemplação de um lindo dia de sol, céu azul. Só alegria e paz. Queria todos os meus queridos comigo ali.

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Uns 20 minutos de pedalada e cheguei na Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres, uma construção datada de 1770. Deixei a bike junto às pedras e subi a escadinha de madeira. Caminhei tranquilamente por toda a Fortaleza, que está bem preservada, com canhões dos séculos 18 e 19.  Depois encarei a trilha que leva ao mirante, no alto do Morro da Baleia, de onde se tem uma bela panorâmica das praias ao redor da Fortaleza e onde também há ruínas de trincheiras e canhões antigos, local conhecido como “Labirinto dos Canhões”.

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Fiquei um tempo lá no alto e depois caminhei pela trilha de volta à Fortaleza. Na sequência apanhei a bicicleta e retornei pedalando pela praia até à pousada. Quando cheguei no quarto Sofia tinha acabado de acordar. Minha companhia adolescente.

Propus à Sofia que fossemos conhecer o Grajagan Surf Resort, considerada a melhor e mais completa hospedagem na Ilha do Mel. Topou, e seguimos pelas trilhas, de olho nas placas, com nossos apetrechos de praia na bolsa.

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Muito lindo o hotel, os jardins, a Praia Grande, que fica em frente. Eu e a Sofia aproveitamos o lugar, a praia e almoçamos por lá mesmo.  Depois retornamos à Nova Brasília, fomos até o trapiche e pegamos um barquinho até a Vila de Encantadas. No trajeto vimos golfinhos. Gracinhas!

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Gostamos muito de Encantadas. Uma vila mais compacta, mas na mesma vibe roots. Seguimos pela trilha em direção à Gruta das Encantadas. Um trajeto curto e logo visualizamos a passarela que dá acesso à Gruta. Li sobre a Gruta: “No meio da Gruta, há uma rocha negra que corta o migmatito. Trata-se de um dique de diabásio. A Gruta se formou pela ação do mar sobre o diabásio, que é menos resistente que o migmatito”. Ah, tá…

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Quando chegamos na Gruta a maré já estava começando a subir e havia muitas pessoas, inclusive crianças, explorando o interior da gruta. Eu não entrei, fiquei observando do lado de fora, nas pedras,  mas a aventureira Sofia quis entrar. Fiquei nervosa e impaciente enquanto ela não saía de lá, eu morrendo de medo que a água do mar invadisse a gruta. Enfim, ela saiu. Fizemos algumas fotos e retornamos para Encantadas.

Enquanto aguardávamos nosso barquinho para retornar para Nova Brasília tomei um café e Sofia brincou na praia. Voltamos apenas nós como passageiras no barco. Um lindo final de tarde.

Chegamos em Nova Brasília e já seguimos para a trilha em direção ao Farol das Conchas. Eu não queria de jeito nenhum perder o sunset visto lá do alto. E foi lindo, lindo, lindo! Várias pessoas por lá, em torno do farol, nos mirantes, na escadaria, para curtir o espetáculo do Astro Rei. Uma maravilha só.

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Depois retornamos à pousada para banho, para descansar um pouco das caminhadas do dia, e então, de lanterna na mão, fomos procurar um restaurante para jantar. Eu amei esse negócio de caminhar pelas trilhas à noite, no meio da mata, só com a luz da lanterna!

Na manhã seguinte, já domingo, novamente madruguei em busca da visão do sol nascente. E super valeu a pena! Não subi a escadaria do Farol das Conchas, porque a dor em função do tombo no dia anterior estava presente. Me contentei com a contemplação à partir da Praia de Fora, e foi sensacional. Só gratidão por esse momento. Me senti em paz, sortuda, reenergizada. Umas poucas pessoas compartilharam comigo o espetáculo. Maravilhoso!

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Ao retornar à pousada me surpreendi ao encontrar a Bela Adormecida Sofia já acordada. Então tomamos café e propus andar de bicicleta na praia, até a Fortaleza (queria mostrar para ela). Sofia adorou o passeio, especialmente pedalar pela beira da praia. Conferimos a Fortaleza e depois retornamos pedalando pela trilha ou caminho da Figueira, que liga a Fortaleza à vila de Nova Brasília. Gente, a trilha é linda! Somente nós duas pedalando ali, nos sentimos como elfos, como duendes no meio de todo aquele verde, sentindo o ventinho, a brisa do mar, ali do ladinho. Muito bom!

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Passeio concluído, devolvemos as bikes, e fomos para a pousada organizar nossas coisas, tomar banho e fazer o check out. Ainda deixamos nossas malas guardadas enquanto almoçamos. Deu tudo certo, a tempo de pegarmos o barco das 13 horas para Pontal do Sul.

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Ao descermos do barco, acionei um táxi, liguei para um número de telefone que vi numa plaquinha por lá e ele logo apareceu. Nos deixou na pequena Estação Rodoviária do Balneário. Pegamos o primeiro ônibus com assentos livres para Curitiba, às 15 h 30 min. Chegamos na capital paranaense passava das 18 horas. Então, só restou lanchar e aguardar nosso busão das 19 h 30 min, que nos trouxe para casa.

A viagem de volta foi naquele estilo já conhecido de “passar a noite”. Chegamos cansadas mas inteiras em casa.

Resumo do feriado: super valeu! Eu e minha filha conhecemos lugares novos juntas, nos cansamos e nos maravilhamos com as experiências vividas.

Encerro este post com a citação do curitibano Leminski: “Isso de ser exatamente o que se é ainda vai nos levar além”!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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