Américas

Galápagos Part. II: Isla Isabela – Equador

Quem tem acompanhado as postagens aqui do blog já sabe do perrengue que passei para voltar de forma super antecipada do meu Mochilão Equador 2020, link aqui Perrengue no Equador! Mas Galápagos tá Ok! – Equador. Obviamente a trip ao Equador não foi perdida pois só conhecer o Arquipélago de Galápagos justificou com sobra a viagem. Uma amostra de minhas experiências por lá já compartilhei no post Galápagos Part. I: Isla Santa Cruz – Equador, onde conto como foi minha chegada no arquipélago.

Agora é a vez de dividir com vocês as belezas rústicas de Isla Isabela. O nome da ilha é uma referência à rainha espanhola Isabel de Castela, que patrocinou a viagem de Cristóvão Colombo à América. De cara já entrego que foi a ilha que eu mais curti em Galápagos. Puerto Villamil, principal cidade da ilha, e onde eu me hospedei, tem a cara de uma aldeia de pescadores (apenas 2 mil sortudos habitantes vivem ali), lugar onde a vida passa devagar, com tranquilidade, um paraíso onde os animais vivem livres, em perfeita sintonia com os homens. Essa foi a impressão que tive da paradisíaca Isabela: enfim cheguei em Galápagos!

Ainda no barco já senti que tudo é bem diferente nessa ilha. A visão é de um monte de árvore, nem dá pra acreditar que vive gente ali. Foi minha percepção depois de conhecer Isla Santa Cruz, ilha mais turística e com mais estrutura. As ruas na Isla Isabela são quase todas de areia, com construções baixas, os restaurantes são mais simples, mantidos pelos locais.

Cheguei por volta das 10 horas na ilha e ao descer no píer paga-se uma taxa de visitação no valor de USD 10. Pertinho dali os táxis (caminhonetes) aguardam para oferecer transporte até os hotéis. Maior calorão, arriei de caminhar à procura do Hotel Paraíso de Isabela e paguei USD 1,50 pra descer na porta.

Descansei um pouco no conforto do ar condicionado, lavei umas roupas no box e na pia do banheiro (sou expert nisso) e depois fui procurar almoço. Eu já tinha lido na net sobre algumas dicas e foi assim que encontrei o El Aventurero. Ali comi o menu (sopa, suco, almoço e sobremesa) por USD 7. Achei o local simpático, tranquilão, comandado pela família mesmo.

Maior sol (linha do Equador, né), retornei ao hotel para pegar minha mochila e me larguei caminhando até o Centro de Crianza de Tortugas Gigantes. Aliás, toda ilha habitada em Galápagos (exceto Floreana) tem um centro de reprodução e preservação das tartarugas gigantes de Galápagos. Elas ficaram bem perto da extinção, mas, graças ao trabalho desses centros, as tartarugas estão voltando, pouco a pouco, a serem numerosas nas ilhas.

Foi uma boa caminhada até lá, a maioria do trajeto sob sol inclemente. Fiz umas paradas pela trilha para observar “las pozas”, que são basicamente um amontoado de água cheio de lodo onde espécies de animais e pássaros vivem e se alimentam.

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Centro de Crianza de Tortugas Gigantes de Isla Isabela

Achei o centro de criação bem interessante, com diferentes espécies de tartarugas, em estágios de vida também diferentes. Tudo com placas explicativas. Circulei por lá por um tempo e ainda fui atrás de uma poza localizada mais adiante onde haveriam flamingos. Para compensar meu esforço e calorão, encontrei lá os bonitos pássaros de penas roseadas.

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Poza com flamingos

Depois retornei para a área sombreada do Centro de Crianza para sentar e descansar um pouco antes de iniciar o trajeto de retorno. Foi então que encontrei uma simpática família de equatorianos e entabulamos uma conversa, pois a filha do casal estava estudando português e queria praticar comigo. Essa interação rendeu uma super carona no táxi caminhonete que eles contrataram para o passeio. Show!

Os novos amigos me deixaram onde eu queria: próximo ao píer de saída dos barcos, onde inicia a trilha para Concha Perla. Ao lado do porto por onde cheguei na ilha tem uma piscina natural que se forma por conta de uns corais, com água bem transparente. Não tem areia, só um deckzinho pra se trocar e deixar a mochila. Para chegar até lá se caminha por uma ponte de madeira por cima do mangue, onde as iguanas e os lobos marinhos gostam de ficar bloqueando a passagem das pessoas. Muito lindo eles.

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O espaço da piscinona é bem grande, com um mangue em volta, e no meio a profundidade chega a uns dez metros. Eu adorei nadar ali na companhia dos divertidos lobos marinhos e de vários peixes coloridos de tamanhos variados. Usei o meu snorkel para xeretar aquele maravilhoso mundo embaixo d’água.

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Depois de muito nadar naquele lugar incrível decidi ir conhecer a praia do porto de Isabela, ali pertinho. Trata-se de uma praia bem pequena, com água límpida e com muitas árvores fazendo sombra, o que a torna um bom lugar pra relaxar.

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Muitos lobos marinhos passam a tarde ali aproveitando a sombra, então tive que dividir o espaço com eles. Nem um problema, porque eles são muito fofos. Tomei uma cerveja e comi um lanche enquanto observava a movimentação desses “cachorros do mar”.

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Fofuras em grande número

A tarde já ia caindo quando comecei o trajeto de volta para a região central da cidade, onde ficava o hotel. Antes passei na praia principal de Isla Isabela, com 2,5 km de extensão. É uma praia bonita, porém o mar bate muito ali e tem pouca sombra, tornando-a interessante só no fim da tarde mesmo. O pôr-do-sol é absolutamente lindo e eu apreciei o espetáculo em todos os dias que permaneci em Isabela.

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Por fim passei na pracinha, que achei com uma vibe delícia, bem cara de vilarejo, as pessoas sentadas nos bancos de papo, as crianças correndo pra lá e pra cá, e até rede estendida tinha. Comprei um bolinho frito gigante vendido na carrocinha da esquina, que parecia um quibe, mas feito com banana da terra e peixe, e fui comer no arzinho fresco do ar condicionado do quarto do hotel, bem acompanhado por um refrigerante gelado que comprei no supermercado. Depois tomei um banho e fiquei brigando com a precária wi-fi do hotel.

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Gramado artificial na pracinha da cidade

Eu já tinha resolvido o passeio que faria no dia seguinte e só queria descansar. Curiosa e faceira porque eu teria o desayuno oferecido pelo hotel na manhã seguinte. A água potável também era disponibilizada à vontade nas bombonas, onde eu enchia as garrafinhas para tomar durante o dia. Economia no bolso, diante do calorão e consequente sede.

Acordei cedo, como sempre organizei minha mochila com lanchinhos e água. Fui tomar o desayuno do hotel, que era muito bom, com suco, café, geleia, ovos mexidos (revueltos) e café preto. E depois segui para meu passeio do dia. Maior sol, calorão já cedo.

Meu plano era fazer a trilha até o Muro de Las Lágrimas, que é a mais extensa a se fazer na Isla Isabela. São uns 6 km saindo desde o centro da cidade, entrando no Parque Nacional de Galápagos propriamente dito.

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Essa trilha tem vários pontos de interesse, e inicialmente as atrações estão próximas, como dá pra ver aí no mapinha da trilha. Eu optei por visitar as atrações na volta do Muro de Las Lágrimas, que é a última no desenho da trilha, para caminhar num horário menos quente (mas já era, né).

Logo no início do Camino de las Tortugas já avistei a primeira tartaruga selvagem e levei um choque: um misto de alegria e incredulidade. Eu não espera vê-las no seu ambiente natural tão facilmente. E na sequência do caminho foi só isso: muitas tartarugas, de vários tamanhos, tanto na estrada quanto na vegetação do entorno, que são árvores de manzanillo, fruta venenosa pra gente, mas prato tradicional das tartarugas, que digerem aquilo de boa.

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À partir dali o terreno ganhava inclinação. Segui esbofeando por mais uns 3 quilômetros, sempre de olho nas tartarugas, até que avistei a placa indicativa do Muro de Las Lágrimas. À princípio fiz a associação do nome do lugar com o esforço dos caminhantes para chegar até o local. Mas eu estava enganada. Uma placa esmaecida fixada no local esclarece o real motivo, triste e sério, para a atribuição do nome do grande muro de pedras que vi no meio da vegetação.

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Entre os anos de 1946 e 1959 funcionou ali a tristemente célebre Colônia Penal de Isabela. Naqueles tempos Galápagos não era o lugar valorizado que é hoje, um longínquo retiro para aventureiros, e sim um tenebroso destino para desterrados, presos políticos e delinquentes comuns.

O Muro restou como única evidência de um tempo em que o abuso de poder terminou com a vida de muitas pessoas. A inútil construção foi preservada como lembrança do sofrimento de tantas pessoas que foram forçadas a construí-lo em um momento histórico do Equador que esperamos que jamais vá se repetir.

Amenizando o clima sombrio da História, me colocou um sorriso no rosto a imagem de uma tartaruga gigante obstruindo o caminho, curtindo a sombra do muro (dei a volta pelo outro lado para não perturbá-la) e a paisagem vista do alto da trilha, que suei em bicas para acessar no mirante.

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Ainda bem que tinha uns bancos na trilha para descansar embaixo de parcas sombras da vegetação. Dei um tempo por ali curtindo a vista, lanchei e bebi mais água. Depois iniciei o trajeto de volta para a cidade. Agora sim disposta a fazer as paradas que constavam no mapa.

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Fiz paradas em todas as placas indicativas de “pozas” e de “playas”.  As pozas inicialmente não me pareceram atrativas. Todas elas pareciam lagoas com muito lodo. Mas li nas placas que são lares, berçários de muitas plantas e animais. Muitas dessas espécies  são únicas, encontradas somente nesses alagados, os “humedales”. Então concluí que são belas pelo que são. Assim conheci a Poza de las Diablas, a Poza Verde, a Poza Redonda e a Poza Escondida. Foi em delas que conheci três garotos que foram minha companhia durante o trajeto, meus fotógrafos, e me deram dicas de passeios na ilha.

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Uma das pozas visitadas
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Fazendo amigos na Trilha

Sobre as praias, visitei no trajeto La Playita e Playa del Amor. Bem bonitas, mas não encarei banho no mar por medo de encarar as donas do pedaço: as iguanas. Numerosas, imensas e com aspecto aterrorizante para mim.

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Eu não quis dividir banho de sol com elas, não

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No meio de umas pedras, vi uma entrada para uma caverna que se estende até o mar, deixando a água salgada entrar ali às vezes. Baixei até a entrada para espiar o que havia dentro, mas era muito escuro e não pareceu boa ideia caminhar ali. Desisti.

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As donas das praias

Pertinho dali encontrei um lugar lindo. No meio do mato, começou um túnel de árvores que me fez parecer um elfo enquanto seguia por ele. No fim do túnel me deparei com um riozinho onde pude me banhar e uns bancos pra ficar ali só de boa apreciando a natureza. Tomei um banho refrescante nas águas frescas e límpidas e descansei na sombra. Muito legal o lugar chamado El Estero.

Por fim deixei a área do Parque Nacional de Galápagos. Ainda ganhei uma carona no táxi dos meus novos amigos, que me deixou na pracinha de Puerto Villamil. Foi ótimo, me poupou uma pernada e tanto. Gracias, amigos!

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Muitas tartarugas no caminho

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Aproveitei a dica de um dos garotos para adquirir numa agência de turismo um passeio que fiz no dia seguinte. Este foi o único passeio pago que fiz em Galápagos e acho que super valeu cacifar os 45 dólares por ele.  Aproveitei que a agência fazia a venda e comprei minha passagem de barco para Isla San Cristóbal (60 dólares).

Tudo certinho, programado, fui conferir mais um pôr do sol na Praia Grande. Depois comprei um lanche da carrocinha estacionada no canto da praça e cerveja gelada no mercado e fui descansar no conforto do ar condicionado. O transporte que me levaria para o porto, para meu passeio do dia seguinte, passaria me pegar às 8 horas.

Acordei cedo como sempre e tomei o gostoso desayuno do hotel. Desci para o térreo com minha mochila para aguardar o transporte, que chegou no horário. Depois de passar por mais alguns hotéis da cidade pegando turistas o guia assumiu a condução do passeio quando descemos no porto. Então fomos acomodados num barco e enquanto o guia dava explicações sobre a geografia da ilha, sobre as espécies animais presentes na terra e no mar, seguíamos em direção ao Islote Tintoreras, localizado praticamente em frente à baía de Puerto Villamil.

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O nome da pequena ilha é devido à existência de uma “grieta” formada pela lava sedimentada com água tranquila e transparente onde descansam os tubarões de aleta de ponta branca, as chamadas “tintoreras”.

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Muitas tintoreras na grieta

No curto trajeto até o islote foi possível avistar do barco vários animais, como os pinguins de Galápagos, os atobás de patas azuis, iguanas marinhas, arraias e lobos marinhos. Depois desembarcamos e percorremos um trajeto por mais ou menos uma hora, onde vimos mais iguanas, lobos marinhos, pássaros e as “estrelas” do local: os tubarões de aletas de pontas brancas.

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Os lindos Atobás de Patas Azuis ou Boobies
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O Pinguim de Galápagos é uma ave endêmica do arquipélago. Esta é a única espécie de pinguins que pode ser encontrada ao norte do Equador

 

Por fim retornamos ao barco e fomos conduzidos para outro islote, onde fizemos snorkeling. Foi a vez de ver uma variedade incrível de peixes coloridos de tamanhos diversos e o mais incrível de tudo: nadei junto às tartarugas marinhas!

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O visual da baía de Puerto Villamil

Isso mesmo! O guia conduziu o grupo até um local onde haviam cinco tartarugas marinhas descansando na areia ao fundo e nadando tranquilamente de um lado para o outro, pareciam acostumadas com a presença de humanos. Foi sensacional! Lamentei muito não ter a Gopro comigo para fazer fotos das bichinhas embaixo d’água, pois elas estavam junto a mim, muito perto mesmo. As memórias desse encontro estarão sempre comigo. Foi demais!

Eu particularmente não curto mergulho de cilindro (embora já fiz algumas vezes) e nem mesmo snorkeling. Tenho certa fobia a ficar submersa, mas seguro bem minha onda. E assim foi nessa ocasião. Eu achei o mar agitado, não estava tranquila. Então depois de colocar os olhos nas tartarugas marinhas não me demorei a retornar ao barco onde aguardei os demais.

Quando todos se acomodaram no barco o guia encaminhou o retorno para Puerto Villamil, por volta das 11 horas da manhã.

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Um lobo marinho jovem curtindo a praia
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Momento ternura: mamãe amamentando o filhote

Quando desci no píer fui comer um fish and chips delicioso num restaurante que descobri no centrinho. Depois descansei um pouco no hotel e retornei à Concha Perla para nadar mais um pouco e curtir os animais, peixes e lobos marinhos. Na manhã seguinte, bem cedinho, eu deixaria a ilha e já estava me despedindo daquele paraíso. Mais um pôr do sol de arrasar, como foram todos os outros, veio selar definitivamente minha paixão pela linda e roots Isla Isabela.

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À noite no hotel organizei minha mochila, deixei tudo pronto para partir bem cedo. Alarme do celular programado para despertar às 5 horas da manhã, pois o barco partia às 6 do porto.

Acordei antes do horário, me vesti e saí do hotel com a mochila nas costas, ainda na noite escura. Ninguém na rua, deserto, meus passos se orientavam pela parca iluminação pública. Segui caminhando sem medo em direção ao porto. Quando cheguei perto já percebi a presença de outras pessoas que tinham o mesmo objetivo que eu: pegar o barco da manhã.

Quando apresentei meu voucher não encontravam a reserva em meu nome e pediram para eu aguardar ao lado. Não fiquei apreensiva. Haviam vários barcos e pensei “algum lugar em um deles haverá para mim”. Depois de cochicharem, resmungarem, tentarem contato por telefone com o pessoal da agência, finalmente me destinaram a um grande barco, que achei estável, melhor do que eu vim de Isla Santa Cruz.

Só que como escolhi um assento próximo ao motor, praticamente fora do barco, tinha muito vento gelado devido à velocidade do barco no mar. Quase morri de frio, achei que poderia ter gripado, mas enfim, depois de duas horas eu estava novamente em Isla Santa Cruz. De lambuja assisti um lindo nascer do sol no mar.

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Nascer do sol no mar, a caminho de Isla Santa Cruz

Isso mesmo: meu destino era Isla San Cristóbal, mas não havia barco direto para lá. Primeiro tive que retornar à Isla Santa Cruz e de lá, à tarde, pegar outro barco para Isla San Cristóbal. Paciência, né.

Eu já havia combinado com minha amiga equatoriana Adriana de nos encontrarmos novamente nessa escala de horas que eu faria em Isla Santa Cruz. E assim foi. Seguimos juntas nadar novamente em Las Grietas e depois fomos almoçar num restaurante no porto, de frente para a baía. Ainda caminhamos pelo Malecón, ocasião em que aproveitei para comprar alguns poucos regalos e provei o café que é plantado e produzido na ilha. Eu gostei.

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Como se aproximava o horário de meu embarque no barco (15 horas) com destino à Isla San Cristóbal , Adriana me acompanhou até o porto onde nos despedimos com a promessa de nos encontrarmos novamente no continente ou no Brasil. Amizades bacanas que as viagens nos trazem. Nós seguimos trocando mensagens até hoje.

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Querida amiga equatoriana Adriana

Então no mesmo dia encarei mais duas horas de viagem de um mar agitado, barco sacolejante, até Isla San Cristóbal, a última que eu visitaria nesta aventura.

Para saber como foi por lá, só aguardar o próximo  (e encerrando a série) post sobre o Arquipélago de Galápagos.

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Bem escoltada, me sentindo a rainha das iguanas em Isla Isabela

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