Américas · Intercâmbio

Mais rolês por Sanfran – Califórnia/EUA

Como eu já escrevi por aqui, eu passeei muito por San Francisco durante o período que morei por lá, que foram 2 meses, mais ou menos. Muito mesmo. Posso dizer que conheci a maioria dos atrativos turísticos sugeridos em postagens que garimpei pela net. Pedalei muuuitooo pelas ruas, ladeiras (haja pernas, coxas) e parques da cidade. Chegou um momento que eu não precisava mais conferir no Google Maps para me dirigir a algum lugar, pois eu já tinha o mapa na minha cabeça, eu me achei na localização das regiões da grande metrópole. Alguns locais eu visitei várias vezes ou passei por eles, porque estavam no trajeto para eu acessar outro lugar. Eu brinco que usei a desculpa de estudar inglês em San Francisco para me sentir uma residente nessa cidade que para mim sempre foi um sonho conhecer.

Este post serve para registrar e compartilhar com pessoas afins alguns rolês que fiz por lá, fechando toda uma série de postagens que remetem ao período em que estive sozinha nos programas ou na companhia esporádica de amigos e colegas de escola. No próximo já estarei contando sobre a chegada do amore Lu na cidade e sobre os passeios que fizemos juntos. Praticamente fui resgatada da Califórnia! Risos.

Um dos lugares que mais visitei em Sanfran foi o Golden Gate Park. O parque é gigante e tem muitos atrativos que demandaram várias vistas a ele. Eu já sabia direitinho o trajeto que eu devia fazer de bike para chegar até lá. Sempre uma passada, uma paradinho no meio do caminho, nas Painted Ladies, as casinhas coloridas e fofinhos que são a cara da cidade. E bem ali tinha uma subida íngreme, onde eu empurrava a bike morro acima. Depois era só descer “na banguela”.

Numa visita ao Golden Gate Park fui conhecer o Young Museum. Estudante brasileira vivendo de forma econômica nos States, me programei para visitar o Young no dia de visita gratuita em museus de San Francisco, que ocorre sempre no primeiro domingo de cada mês.

A grande fachada do Young Museum
O Young tem belíssimos jardins com esculturas de artistas famosos

O museu foi inaugurado em 1895, mas teve que ser demolido depois do terremoto de 1989. Foi em 2005 que reabriu as suas portas para mostrar sua coleção de arte dos séculos XIX e XX e sua grande exposição de arte africana.

De Young possui três andares e está organizado geograficamente, por isso é muito prático de visitar e saber o que você está vendo em cada momento. A parte que eu achei mais interessante foi a zona africana, repleta de máscaras que simulam animais e diversas figuras esculpidas em madeira que parecem esconder terríveis maldições.

O Museu é lindo por dentro e por fora. Existem muitos jardins, pátios e árvores ao redor do museu. Tudo altamente instagramável. Um dos destaques da visita é a Hamon Tower, uma torre de observação de 44 metros que permite que os visitantes observem os arredores do parque. Conferi a vista, obviamente, e fiz muitas fotinhos, inclusive do prédio da California Academy of Sciences, que fica bem em frente ao Young, do outro lado da Praça onde fica o Music Concourse, que é um espaço para apresentações e shows.

Music Concourse
Vista do prédio da California Academy of Sciences a partir da torre do Young Museum

Outro lugar no Golden Gate Park em que estive várias vezes foi no Conservatório de Flores. Soube que lá dentro há uma coleção incrível de plantas e flores e que é muito lindo. São 700 espécies diferentes que representam as floras incomuns e ameaçadas de extinção de florestas tropicais de mais de 50 países do  mundo entre os Trópicos de Câncer e de Capricórnio. Inclui a flora de vários países da América Central e do Sul, da África e do Sul da Ásia.

Como não dava pra eu ir em tudo, né – dólares controlados – eu acabei não entrando no Conservatório, não adquiri ticket pra isso. Me contentei com a sensacional vista das flores do jardim da área externa, que os funcionários mudam de tempo em tempo o plantio e floração, o gramado verdinho e bem cuidado, contrastando com o prédio branco, uma das poucas estufas em estilo vitoriano nos Estados Unidos, com o colorido das flores e o céu sempre azul, típico do verão californiano.

O parque possui muitos lagos, lindos, onde as pessoas alugam barcos e pedalinhos. Num dia fiz uma trilha em torno do maior deles, o Stow Lake, rumo a Strawberry Mountain (uma grande elevação), que fica nas margens do lago. Tem uma vista linda do Golden Gate Park lá de cima. Haja perna!

Mas não parei aí. Segui pedalando para a área mais baixa do parque, onde ele termina encontrando a praia. Foi lá que conferi os moinhos holandeses, que antigamente eram usados para puxar água do solo e irrigar o parque.  Atrás do moinho há um jardim fofinho que costuma ficar bem florido.

Essa praia onde termina o Golden Gate Park chama-se Ocean Beach. Sua principal característica é o fato de ser muito grande, apresentando aproximadamente 5 km de extensão. O interessante é que mesmo o mar sendo propício para o nado e o surfe, praticamente ninguém faz estas atividades nesta praia, já que a água é extremamente gelada e o mar bastante violento. O que mais vi na ocasião em que pedalei por lá foram praticante de kitesurf voando sobre as ondas.

O melhor lugar pra fazer fotos e observar essa praia chama Cliff House, um estabelecimento histórico, muito agradável para um almoço ou drinks que fica bem numa curva da estrada, praticamente pendurado num penhasco. A Cliff House faz parte da história de San Francisco e a lenda diz que a casa já teve 5 encarnações, já que foi construída do zero por 5 vezes. Vários filmes foram gravados no local e as paredes são cheias de fotos de artistas. Hoje ela é conhecida pelos restaurantes que tem uma das melhores vistas da cidade. Incrível mesmo!

Eu fiz um pitstop no prédio e depois segui empurrando a bike morro acima, para avistar outra praia, a Lands End Beach. Esta área é mais isolada, fica escondida entre falésias e é preciso fazer trilhas para conhecer um pouco mais a vegetação do local e ter belas vistas do Oceano Pacífico. Lands End Beach é uma das praias menos conhecidas e visitadas de San Francisco devido ao seu acesso ser mais difícil. Eu adorei pedalar e caminhar nessa área.  Além de estar cercado pelo mar, o local é repleto de verde, a caminhada é leve e gostosa, e de quebra, há vários mirantes com vistas lindas da Golden Gate Bridge. No local também existe um Centro de Visitantes com informações sobre a região.

Bem pertinho dali, em frente ao Lookout, está o Sutro Baths, que no passado foi uma área de recreação com piscinas e acomodava até 10 mil pessoas. O lugar que até hoje lembra uma piscina, é lindo o ano todo, principalmente na primavera quando fica repleto de flores.

Pois estava eu neste pedal que parecia infinito, eu não queria voltar pra casa, queria conhecer tudo! Decidi então pegar um caminho alternativo. Sem que me desse conta me aproximei de um campo de golfe. Segui uma trilha que contornava o gramado verde do campo e acabei dando de cara com um outro ponto turístico cobiçado de San Francisco, o museu Legion of Honor. Ou seja, cheguei ali sem querer, querendo! Risos.

Logo na entrada do museu, na parte externa, no jardim, vi o The Holocaust Memorial. A visão das esculturas simulando um campo de concentração nazista, onde milhares de judeus foram mortos me impressionou, me emocionou.

A fachada do Legion of Honor é imponente e as vistas da baía são super bonitas. Não adquiri ticket para entrar no prédio, fiquei curtindo a vista, o jardim, fazendo fotos, e depois segui meu passeio.

Depois desta parada iniciei um longo declive, passando mais uma vez pela região da ponte Golden Gate, cheguei bem no horário do pôr do sol na Marina Boulevard. Sentei num banquinho na orla, próximo aos barcos, para observar mais um espetáculo da natureza, tendo ao fundo a onipresente Golden Gate, e aproveitei para descansar as pernocas. Mereciam, viu. Este foi um pedal dos mais longos que fiz em Sanfran.

Já era noite fechada quando me dirigi para o hotel, ainda fazendo paradas para fotos dos prédios iluminados da metrópole.

Depois de um dia desses não tinha como eu não me declarar profundamente apaixonada pela cidade de San Francisco!

Ainda sobre o Golden Gate Park, lembro nitidamente de um domingo de sol e céu azul, em que cedo da manhã pedalei rumo ao parque para assistir um show de opera protagonizado por tenores, sopranos e contraltos, acompanhados pela Orquestra Sinfônica de San Francisco. Coisa mais linda! O gramadão do Robin Williams Meadow estava tomado de gente que se instalou para piqueniques familiares e de reunião de amigos, para curtir o domingo e o show gratuito de música. Eu fiz o mesmo. Sentei no gramado, tirei os tênis dos pés e fiquei curtindo o show. Só levantei para comprar lanche e água e retornei. Um programa com a cara do verão californiano em San Francisco. De arrepiar a apresentação de clássicos e de outros gêneros musicais, do pop rock ao bom e velho rock and roll.

No início do post contei que utilizei o benefício do dia free nos museus da cidade para curtir e economizar alguns dólares, não é? Outro recurso de estudante com dólares restritos foi visitar os museus no horário noturno. Várias atrações de San Francisco promovem eventos noturnos, com tickets com valores que correspondem a metade do ingresso diurno. Eu não perderia…

Toda quinta feira das 18:00 às 22:00 a Cal Academy of Science abre as porta para uma espécie de balada no museu. A graça é conhecer o museu num clima de “night” bebendo seu drink preferido. Esse programa é apenas para maiores de 21 anos. São concorridos e os locais adoram! Entrada por $18.

Foi assim que uma noite fiz a visita ao California Academy of Sciences. O museu é super interativo, combina experiências sensoriais, aquários e estufas impressionantes em dos edifícios mais modernos e interessantes da cidade.

O museu tem atrações especiais como uma réplica de floresta tropical com peixes e pássaros, um dos planetários mais realistas dos Estados Unidos e um telhado verde que gera boa parte da energia consumida pelo edifício ao mesmo tempo que serve de habitat natural para dezenas de espécies locais.

O interessante telhado verde do California Academy of Sciences

Um dos espaços mais bacanas chama Rainforest, que é uma estufa que imita perfeitamente as condições climáticas de uma floresta. A entrada é no térreo onde os visitantes recebem instruções sobre o clima (sim, lá dentro é bem quente e úmido) e o que fazer caso algum dos animais pouse em você.

A mini floresta é contornada por uma passarela, e a cada andar fica-se mais perto da copa das árvores, das borboletas e passarinhos e mais longe dos peixes. Cada andar tem uma pequena exibição com aquários com sapos, lagartos, cobras e peixinhos pequenos.

Tem também o Steinhart Aquarium, com o formato de túnel e que rende boas fotos. O pântano do California Academy of Science tem o jacaré mais diferente que eu já vi, um jacaré albino, chamado Claude, um dos queridinhos do aquário. 

Eu aproveitei a visita e paguei um pequeno valor adicional para assistir uma exibição no Planetarium, que é outra atração bacana do museu. O show em cartaz muda de tempos em tempos e combina imagens incríveis com preservação ambiental, uma bandeira que o museu faz questão de levantar.

Em outra noite fiz uma visita ao Museu Exploratorium. Este museu mostra de maneira prática e divertida aqueles conceitos de física, elétrica, mecânica, ótica, química e biologia (que aprendemos na escola e nunca demos muita atenção) por meio de experiências super interativas. É muito legal! Essa visita foi na mesma vibe “balada, drinks e comidinhas” do California Academy of Sciences.

Destaco que em ambos os passeios noturnos fui e voltei para o hotel de bike, pedalando, bem tranquilamente. Deixei meu “cavalo” amarrado em postes em frente aos prédios, de boas.

Antes de chegar no Exploratorium, aproveitando que estava na região do Ferry Building, fui conferir a lanchonete de um brasileiro chamado Pedro, instalado como Food Truck, seguindo uma dica que encontrei na net. Foi assim que cheguei na The Codmother Fish & Chips. Me identifiquei ao proprietário e o mesmo foi super atencioso comigo, conversamos alegremente. Uma simpatia ele. Me contou sua história de luta e trabalho para conquistar “o sonho americano”. Para arrematar me serviu a especialidade da casa, que é um fish & chips (peixe com batatas fritas) escandalosamente macio e crocante. Delicioso.

Outro local em San Francisco que frequentei muito foi a área do Civic Center, onde estão muitos prédios governamentais, como o City Hall de San Francisco (a Prefeitura da cidade), ao lado ficam ainda o Asian Art Museum e o San Francisco War Memorial & Performing Arts Center. Só passear pela City Center Plaza já vale a pena, a praça tem umas árvores lindas.

Eu morei a maior parte do tempo em que estive em San Francisco em um hotel bem pertinho do Civic Center. Então sempre ia até lá ou passava na praça para acessar outra região da cidade. O ingresso no City Hall é free. Também fiz uma visita guiada com a turma da escola. O prédio impressiona por sua grandeza. Parece um grande palácio pensado em todos os detalhes e adornos. Por causa de sua beleza e imponência acaba sendo escolhido por muitos noivos para o casamento. Vi muitos casais de noivos por lá, fazendo books fotográfico das bodas e na cerimônia civil do casamento. Bem lindo!

Marylin Monroe foi umas das noivas que escolheu City Hall como altar para seu casamento com o jogador Joe DiMaggio. Como ele era divorciado não poderiam casar numa igreja. A cerimônia acontece na rotunda. Os artistas pintores Frida Kahlo e Diego Rivera também casaram no interior do prédio. Os primeiros casamentos entre pessoas do mesmo sexo em San Francisco também aconteceram ali.

O City Hall de São Francisco foi utilizado em várias ocasiões com cenário para rodar alguns filmes, como “Endiabrado”, “O Casamento dos Meus Sonhos” e “A Rocha”.

Há grandes salões, alguns vazios e em outros funcionam vários órgãos administrativos da cidade. Estão dispostos bustos do prefeito George Moscone e do ativista Harvey Milk, assassinados por lá em 1978.

Um outro programa que achei bacana e divertido em San Francisco foi assistir um jogo de beisebol no AT & T Park, situado no Oracle Park, a casa do time da cidade, o Giants. Mesmo sem entender nadinha das regras do jogo, eu e uma colega curtimos. Aproveitamos ingressos promocionais e uma noite da semana, lá fomos nós. Os torcedores do Giants, grandes grupos, famílias inteiras, todos uniformizados com as cores do time, demonstravam devoção. Mas assim, do jeito deles: tudo muito tranquilo e discreto. Muito diferente de uma partida de futebol no Brasil.

O estádio é lindo, todo de tijolinhos aparentes. Demos uma volta em torno dele (grandão!) e vimos estátuas de jogadores, ídolos da torcida. O jogador mais importante de todos os tempos do clube, Willie Mays, tem uma estátua caprichada na porta do estádio.

E tem claro, a loja do clube. Ela é gigantesca e tem muita coisa legal. O cabide que sobe e desce com diversas camisas do time é um show a parte! Não resisti e saí de lá com uma camiseta com a inscrição do Giants e lá mesmo fiz a troca, para usar durante o jogo. Me sentiu uma torcedora do time, bradando junto com a torcida “go, go Giants”. Risos.

De brinde, nas arquibancadas onde sentamos tínhamos uma vista linda da baía de San Francisco e da Ponte Bay Bridge. Como chegamos de tardinha, foi aquele momento de transição, deu para ver a cidade com luz solar e aos poucos as luzes artificias foram se acendendo. Bem legal!

As partidas de beisebol são longas. Assisti até cansar e depois abandonei. Até porque sem entender as regras fica um pouco monótono. Mesmo assim curti o clima de ver todo mundo gritando “Lets Go Giants”, música alta, banda tocando o hino nacional, e altas emoções quando o Giants pontua. Na saída do estádio encontrei minha magrela trancada junto a um poste. Hora de pedalar até o hotel. Mais um check in realizado.

Outro lugar bacana que conheci durante meus pedais pela cidade foi a fábrica de chocolate Ghirardelli, fundada em 1852, sendo uma das mais tradicionais de San Francisco, situada na Ghirardelli Square. A pracinha que por muitos anos serviu de fábrica da famosa chocolateria e hoje é um complexo com lojas, restaurantes e a melhor parte: uma loja gigante da Ghirardelli que serve chocolate, cookies e sorvetes.

Ao entrar na loja ganhei uma amostrinha de chocolate. Adoro amostrinhas… Delícia. Depois foi a fez de xeretar as prateleiras de chocolate embrulhados em papel colorido, cada um de um sabor diferente. A oferta é enorme: caramelos com pedaços de sal, menta, abóbora, etc.

Eu me contentei com uma barrinha apenas e depois fui comer sorvete na cafeteria da Ghirardelli. Tudo delicioso também. Ainda bem que eu fazia muito pedal pra compensar a ingestão de tantas calorias.

Um dos pontos mais legais de visitar a loja da Ghirardelli é ver de perto – e sentir o cheirinho delicioso das antigas máquinas de chocolate. As máquinas ficam no final da loja. Também dá pra ver o chocolate sendo produzido. E o cheiro no ar, gente…

A Ghirardelli Square fica bem pertinho da região do Fisherman’s Wharf e do Pier 39.

Escrevendo aqui sobre todos esses passeios e experiências vividas, me vem muito claro a lembrança de dias felizes e luminosos que passei na Califórnia. Ter me desafiado a encarar, a materializar o antigo sonho adolescente de fazer um intercâmbio internacional para estudar inglês, morar fora, aprender outra língua, e sozinha… tudo foi motivo de satisfação. Trouxe para casa, no coração, a certeza de que valeu muito a pena cada dólar gasto. Para coroar, tive a acertada decisão de insistir em San Francisco, na Califórnia, para dar forma e lugar ao meu desejo… e foi simplesmente sensacional. A cidade em nada me desapontou, pelo contrário, me surpreendeu positivamente. Me senti em casa, como se tudo estivesse ali, esperando por mim. A bike verdinha, minha magrela, me aguardando para os muitos pedais, a escola, os amigos…

Mas minhas aventuras na América não terminaram aqui. Ainda tem mais. Muito mais. Mas a partir de então, tive a companhia de um companheiro de descobertas muito especial: o amore Lu chegava a San Francisco. No próximo post.

Para acessar outros posts sobre o período que passei em San Francisco, acesse os links abaixo: Intercâmbio a uma hora dessas?!

I arrived in San Francisco! Me situando… – Califórnia – Estados Unidos da América

Estudante, turista, ciclista: estabelecendo minha rotina em San Francisco – Califórnia/EUA

Aloha, San Francisco! Califórnia/EUA

Golden Gate Bridge by bike – Califórnia/EUA

Salesforce Park: um parque nas alturas no coração da metrópole – Califórnia/EUA

Tem uma China dentro de San Francisco! Califórnia/EUA

Uma metrópole multifacetada – Califórnia/EUA

Redwoods: conhecendo as árvores mais altas do mundo – Califórnia/EUA

Steps e rolezinhos em Sanfran -Califórnia/EUA

Bairro Castro: um marco na história do Movimento LGBT+ – San Francisco – Califórnia/EUA

Cultura hippie no Bairro Haight-Ashbury – San Francisco – Califórnia/EUA

Pela rota dos vinhos californianos – Califórnia/EUA

Meus “brazilian friends” no intercâmbio – Califórnia/EUA

Conhecendo a UC Berkeley – Califórnia/EUA

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